sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Enquanto isso, você liga para o Centro de Saúde Mental e...

Gravação na secretária eletrônica do Centro de Saude Mental :

" Obrigado por ligar para o Instituto de Saude Mental , sua mais saudá vel
companhia, em seus momentos de maior loucura!

- Se você é obsessivo e compulsivo, pressione 1, repetidamente.

- Se você é dependente, peçaa a alguém que pressione o 2 por você .

- Se tem múltiplas personalidades, pressione o 3,4,5, e o 6.

- Se voc ê é paranóico, sabemos quem é você, o que faz e o que quer. Espere
na linha enquanto rastreamos sua chamada.

- Se você sofre de alucinações, pressione o 7 e sua chamada ser á transferida
para o Departamento de Elefantes Cor de Rosa ..

- Se você é esquizofrênico, escute cuidadosamente e uma vozinha lhe dira que
numero pressionar.

- Se você é depressivo, não importa que número disque. Ninguém vai
mesmo responder.

- Se você sofre de amn ésia, pressione o 8 e diga em voz alta seu nome,
endereço, número da carteira de identidade, data do nascimento, estado civil
e o nome de solteira de sua mãe.

- Se voc ê sofre de stress pos-traumático, pressione lentamente a tecla # até
que alguém tenha piedade de você.

- Se sofre de indecisão , deixe sua mensagem logo que escute o bip ... ou
antes do bip..... ou depois do bip... ou durante o bip... De qualquer modo,
espere o bip...

- Se sofre de perda de memória para fatos recentes, pressione 9.
- Se sofre de perda de memó ria para fatos recentes, pressione 9.
- Se sofre de perda de memória para fatos recentes, pressione 9.
- Se sofre de perda de memória para fatos recentes, pressione 9.

- Se tem baixa auto-estima, por favor , desligue. Nossos operadores estão
ocupados ,atendendo pessoas importantes.

(Email recebido).

Combustível

É SEMPRE BOM SABERMOS ... .

Nesta semana auditei um experimento no Cento de Pesquisas da Pet robrás, no RJ. Foi um procedimento para levantamento do acréscimo do consumo de gasolina com velas gastas, filtro de ar entupido, pneus murchos, etc. Achei bastante conveniente porque o carro de testes foi justamente um Uno Fire. Seguem os resultados:

Velas gastas
As velas originais foram substituídas por unidades com 20.000 km rodados em outro motor idêntico, que jamais haviam sido limpas nem reguladas. Estavam com abertura menor que a especificada.
Acréscimo de consumo: 7,49%

Filtro de ar obstruído
O filtro de ar original foi trocado outro que rodara também 20.000km em outro carro igual, sem jamais ter sido limpo.
Acréscimo de consumo: 6,20%

Rodagem em "banguela"
Todos os testes foram efetuados em dinamômetro. Foi simulada a rodagem em descidas com o carro engrenado e desengrenado. Conforme já fora discutido em outros tópicos, o consumo em "banguela" é ligeiramente maior que engrenado, em carros com injeção eletrônica, mas dessa vez foi possível mensurar o consumo.
Acréscimo de consumo: 5,19%

Pneus murchos
Essa é para quem tem preguiça de medir a pressão dos pneus uma vez por semana, ou quando o tempo esfria. Foi feita a avaliação com 6 libras a menos em cada pneu (e pensar que tem gente que roda com 10 libras a menos)
Acréscimo de consumo: 17,80%

Janelas abertas
Esse teste não foi em dinamômetro (obviamente) , por isso o resultado não pode ser comparado diretamente com os demais, mas serve como referência. O carro rodou em pista plana, em velocidade constante, com as duas janelas totalmente abertas (coisa muito comum lá no RJ)
Acréscimo de consumo: 9,35%

Carro com 4 passageiros
Simulou-se o peso de mais 3 passageiros (225kg). Claro que é melhor rodarem 4 pessoas em um Uno do que 4 pessoas em 4 carros separados. Mas isso serve para aqueles que "esquecem" a tralha da pescaria no porta-malas, ou que carregam uma baita caixa de ferramentas no porta-malas.
Acréscimo de consumo: 10,80%

Tudo junto
Esse teste foi feito por curiosidade, não fazia parte do experimento. Primeiro rodei sozinho pelo CENPES, com uma bureta presa na janela do passageiro e ligada diretamente na bomba elétrica, lá atrás. Depois, instalamos as velas gastas, o filtro sujo, esvaziamos os pneus em 6 libras , entramos em 4 no carro (eu guiando, pra variar) e abrimos as 4 janelas. Saímos passeando por dentro do CENPES, mais ou menos pelo mesmo circuito (é tudo plano mesmo...)
Acréscimo de consumo: impressionantes 44,41%

É isso aí. Agora, o pessoal que fica na dúvida porque seu carro faz 8 km/l enquanto o do vizinho faz 11 km/l já pode fazer sua avaliação.
Atenciosamente,

Alex Noronha da Silva
Volkswagen Caminhões e Ônibus
Fone (24) 3381-1285
Fax (24) 3381-1615
alex.noronha@ volkswagen. com.br

Abigail

- Tenta sim. Vai ficar lindo!!!


Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve.


Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?


Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.

- Cavada mesmo.
- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?
- Ok. Marcado.


Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

- Querida, pode deitar.


Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?
- é... é, isso.


Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- Ah, sim, claro.


Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma esp átula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Arreganhada, né?


Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar. Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural. Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
- Tudo ótimo. E você?


Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.


Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.


Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- Olha, tá ficando linda essa depilação.
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.


Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. "Me leva daqui, Deus, me teletransporta" . Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.


Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.


Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- Segura sua bunda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.


Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
- Tudo bem, Pê?
- Sim... sonhei de novo com o cu de uma cliente.


Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?


Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
- Vira agora do outro lado.


Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
- Penélope, empresta um chumaço de algodão?


Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa merda...
- Baixa a calcinha, por favor.


Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.


Namorar...namorar. .. eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada...

Mês que vem, encontro com a Pê de novo.

Viva a Administração

Um casal de administradores chega ao consultório de um médico terapeuta sexual.
O médico pergunta: O que posso fazer por vocês?
O rapaz responde: Você poderia ver a gente transando!
O médico olha espantado, mas concorda.
Quando a transa termina, o médico diz: Não há nada de errado na maneira como vocês fazem sexo.
E então, cobra R$70,00 pela consulta. Isto se repete por várias semanas!
O casal marca um horário, faz sexo sem nenhum problema, paga o médico e deixa o consultório.
Finalmente o médico resolve perguntar: Afinal, o que vocês estão tentando descobrir?
E o rapaz respondendo, diz: Nada.
O problema é que ela é casada e eu não posso ir à casa dela.
Eu também sou casado e ela não pode ir até minha casa.
No Motel Dunas, um quarto custa R$140,00. No Motel Ebony custa R$120,00.
Aqui nós transamos por R$70,00, tenho acompanhamento médico,descolo um atestado, sou reembolsado em R$ 42,00 pela UNIMED e ainda consigo uma restituição do IR de R$19, 20. Tudo calculado o custo é de só R$ 8,80.

(Email que recebi! Achei engraçadinho!)

Millôr Fernandes

Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos.
É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.

"Pra caralho", por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que "Pra caralho"? "Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto de cerveja pra caralho, entende?
No gênero do "Pra caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "Nem fodendo!". O "Não, não e não!" e tampouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, absolutamente não!" o substituem.

O "Nem fodendo" é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência.
Solte logo um definitivo "Marquinhos, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!". O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicínio.

Por sua vez, o "porra nenhuma!" atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a gravata daquele chefe idiota senão com um "é PhD porra nenhuma!", ou "ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!! ". O "porra nenhuma", como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha. São dessa mesma gênese os clássicos "aspone", "chepone", "repone" e, mais recentemente, o "prepone" - presidente de porra nenhuma.

Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um "Puta-que-pariu!", ou seu correlato "Puta-que-o-pariu!", falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba... Diante de uma notícia irritante qualquer um "puta-que-o-pariu!" dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.

E o que dizer de nosso famoso "vai tomar no cu!"? E sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai tomar no olho do seu cu!". Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do insuportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: "Chega! Vai tomar no olho do seu cu!". Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e saia à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.

E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu!". E sua derivação mais avassaladora ainda: "Fodeu de vez!". Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa.
Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás devocê mandando você parar: O que você fala? "Fodeu de vez!".

Sem contar que o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"? O "foda-se!" aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta. "Não quer sair comigo? Então foda-se!". "Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!". O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição Federal.

Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se.

Millôr Fernandes

...mas ainda é feio falar palavrão...viu crianças?

Joguinho legal de música

http://www2.uol.com.br/flashpops/jogos/fptv.shtml

Email engraçadinho. :)

- Gestão do Conhecimento

Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair dele e está se enxugando.
A campainha da porta toca. Depois de alguns segundos de discussão para ver quem iria atender a porta a mulher desiste se enrola na toalha e desce as escadas.
Quando ela abre a porta, vê o vizinho Bob em pé na soleira. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Bob diz: "Eu lhe dou 800 dólares se você deixar cair esta toalha."
Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua. Bob então entrega a ela os 800 dólares prometidos e vai embora.
Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto.
Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro "Quem era?" "Era o Bob, o vizinho da casa ao lado." - diz ela.
"Ótimo! Ele lhe deu os 800 dólares que ele estava me devendo?"

- Chefia e Liderança

Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo.
Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio. O gênio diz: "Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês". "Eu primeiro, eu primeiro." grita um dos funcionários. "Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida!" Puf! e ele se foi.
O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:" Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pinas coladas!" Puf e ele se foi.
"Agora você" diz o gênio para o gerente. "Eu quero aqueles dois de volta
ao escritório logo depois do almoço." - diz o gerente.

Moral da História:

Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.

- Zona de Conforto

Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta: "Eu posso sentar como você e não fazer nada
o dia inteiro?" O corvo responde: "Claro, por que não?" O coelho senta no
chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma raposa aparece e come o coelho.

Moral da História:
Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar sentado bem no alto.

- Motivação


Na África todas as manhãs uma gazela acordava sabendo que ela deveria conseguir correr mais do que o leão se quisesse se manter viva. Todas as manhãs o leão acordava sabendo que deveria correr mais do que a gazela se não quisesse morrer de fome.

Moral da História:


Não faz diferença se você é gazela ou leão, quando o sol nascer você deve começar a correr.

- Criatividade


Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas. No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram suas terras.
Ao se aproximar lentamente, observa várias garotas nuas se banhando na lagoa, quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais
profunda da lagoa e gritam: nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de
nos espiar e for embora.
O fazendeiro responde: eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés !

Funny or die - The effect of beer on men

The effect of beer on men

Funny or die - Good cop, baby cop (Will Ferrell)

Good Cop, Baby Cop

Funny or die - The Landlord (Will Ferrel)

The Landlord

Soldados americanos têm permissão para ler Playboy e Penthouse

Brasília, sexta-feira, 31 de agosto de 2007



Da France Presse

30/08/2007
18h56-O ministério da Defesa dos Estados Unidos anunciou esta semana que revistas “de entretenimento” como a Playboy e a Penthouse não possuem conteúdo de “sexo explícito”, e que, portanto, podem continuar sendo vendidas nas bases militares americanas. Em maio, algumas associações exigiram que o Pentágono aplicasse o “ato de honra e decência militar”, promulgado em 1996, que proíbe a venda e o aluguel de “material sexualmente explícito” em território militar.

Na carta, as associações protestam contra o fato de que soldados americanos e suas famílias estejam submetidos à influência de revistas como Playboy, Penthouse, Nude Playmates e outras publicações do gênero. Essas revistas não estão à venda nas bases militares do Oriente Médio “em respeito aos valores do Oriente Médio. No entanto, os valores americanos que também condenam a exploração sexual das mulheres, e nossas próprias crenças na honra e na integridade de cada pessoa, não são respeitadas”, afirmam as associações denunciantes.

Em uma carta divulgada nesta terça-feira, o Pentágono respondeu que havia criado uma comissão e que antes de tomar a decisão examinou a denúncia e concluiu que “baseando-se unicamente no conteúdo das revistas em seu conjunto, as mesmas não contêm sexo explícito”. “Como conseqüência, a venda destas revistas em território militar está autorizada”, escreveu o ministério.

Do correio: http://noticias.correioweb.com.br/materias.php?id=2718050&sub=Mundo

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Música

Quinta, 30 de agosto de 2007, 10h16 Atualizada às 10h31
Revista elege os piores empregos na música

AP

Cabeleireira de Britney Spears diz que sofre com mudanças de visual da cantora
Enquete
Qual destas profissões você não gostaria de ter?
Advogado de Pete Doherty
Assessor de Paris Hilton
Cabeleireiro de Britney Spears
Guarda-costas de Snoop Dogg
Tour manager dos Guns ´n´ Roses

A edição de setembro da revista americana Blender elegeu algumas daquelas que podem ser consideradas as piores ocupações na indústria da música, como assessor de Paris Hilton, tour manager dos Guns 'n' Roses e guarda-costas do Snoop Dogg.

» Site elege as piores capas de discos da história
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O assessor da herdeira dos Hilton, Elliott Mintz, já teve de explicar uma briga sua com uma coelhinha da Playboy, um novo vídeo mostrando a patricinha nua e usando drogas, além de sua recente prisão.

"Se você é assessor de Paris Hilton, tem de estar disponível 24 horas por dia", diz Ben Widdicombe, que escreve a coluna de fofocas Gatecrahser, do jornal New York Daily.

Já a cabeleireira de Britney Spears reclama da imprevisibilidade de sua cliente: "um dia ela quer ser morena, no outro quer ser loira e no outro quer ser careca", diz Sheila Stotts, que cuidava dos cabelos da cantora. "Para fazer algo que normalmente leva quatro horas em seu cabelo leva doze. É frustrante."

O guarda-costas de um rapper tem de fazer "de um tudo": desde atuar como motorista até enfrentar namoradas nervosas. "É como se você fosse a babá deles", diz Byron Williams, que já acompanhou Eminem, Snoop Dogg e Lloyd Banks.

"Esses chamados caras durões precisam de você até para acompanhá-los ao banheiro. Eu prefiro não trabalhar mais com rappers. Eles são caloteiros e há um sério risco de você tomar um tiro a qualquer momento."

Outra das profissões problemáticas apontadas pela revista é a de tour manager dos Guns 'n' Roses. Um trabalho que costuma ser simples, e que implica em levar a banda para os shows além de se certificar que tudo o que o grupo precisa está a postos, torna-se um martírio devido ao temperamento de Axl Rose.

"Ele sempre se mete em encrenca", diz John Reese, que cuidou das turnês do grupo entre 1988 e 1997. Certa vez, em Bogotá, na Colômbia, ele teve de fugir com os músicos em um avião particular para escapar de problemas com um cartel de drogas.

Ainda segundo a revista, outro que sofre é o advogado do vocalista dos Babyshambles Pete Doherty. Desde a estréia criminal do roqueiro em 2003, ele já foi preso pelo menos 20 vezes. Três delas em um mesmo dia por posse de heroína e crack. Além de chegar atrasado à audiência, o músico insultou um jornalista e fez gestos obscenos para um juiz. No entanto, o advogado Sean Curran tem sido bem-sucedido, pois seu cliente permanece livre.

Redação Terra (http://musica.terra.com.br/interna/0,,OI1868524-EI1267,00.html)

Programa usa movimentos da pupila como senha

Hardware & Software
Quinta, 30 de agosto de 2007, 09h02
Programa usa movimentos da pupila como senha


Tela mostra o exemplo do padrão de percorrimento do olhar de um usuário que digita, com os olhos, a palavra ’senha’

Foi desenvolvido um software chamado EyePassword, cuja proposta é projetar raios infravermelhos de modo a captar a movimentação da pupila em relação à tela. Com isso, é possível ao usuário informar a senha sem precisar tocar no teclado, aumentando a segurança dos clientes em caixas eletrônicos.

» Veja tela ampliada
» Número de hackers que atacam bancos cresce 81%
» Chat: tecle sobre a notícia

O software rastreia o movimento do globo ocular no momento em que ele visualiza as teclas referentes à sua senha no teclado. Por estarem no espectro da luz infravermelha, os raios utilizados na captação são invisíveis a olho nu.

"Enquanto é simples olhar por cima do ombro de alguém para saber que teclas a pessoa está digitando, é mais difícil dizer exatamente para onde ela está olhando na tela", comparou Manu Kumar, um dos desenvolvedores do sistema, na Universidade de Stanford, na Califórnia, em entrevista à revista New Scientist.

De acordo com os pesquisadores de Stanford, a idéia é justamente evitar os crimes cometidos a partir da olhadela das teclas digitadas pelos clientes em ATMs, por criminosos que ficam estrategicamente posicionados nas filas dos caixas eletrônicos.

Segundo reportagem divulgada pelo site Inventor Spot, nos testes o sistema atingiu 97% de acerto, margem similar à do uso de um teclado. O único porém é que o EyePassword ainda é bem mais lento: enquanto o usuário leva em média 10 segundos para entrar sua senha com a visão, a entrada manual não leva mais de 2,5 segundos. O artigo original dos criadores do sistema pode ser lido, em inglês e em formato PDF, no link tinyurl.com/2htqgk. Nele pode-se ver ilustrações dos layouts propostos para os teclados que aparecem na tela, que não necessariamente precisam seguir o padrão QWERTY. É possível também ver um exemplo do padrão de percorrimento do olhar de um usuário digitando ocularmente a palavra "senha" em inglês (password).

Os pesquisadores acreditam que poderão fortalecer ainda mais a segurança do sistema extraindo uns poucos itens adicionais de entropia, a partir da análise do percurso da mirada de um dado usuário ao informar sua senha.

Assume-se que um certo usuário seguirá sempre um padrão mais ou menos parecido, com pontos de parada e tempos de leitura bem definidos, com relação ao estacionamento momentâneo do olhar em certas coordenadas de tela. Com base nisso, um ladrão de senhas poderia ser desmascarado pelo software, pois além de roubar a senha de alguém, o criminoso também teria que "digitá-la" ocularmente numa padrão parecido com o da vítima, o que é virtualmente impossível. Técnica semelhante já foi usada com sucesso para aumentar a entropia de senhas digitadas em teclados convencionais.

Magnet
Do terra: http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI1868348-EI4801,00.html

Concurso de fotografias revela a arte na ciência

Brasília, quinta-feira, 30 de agosto de 2007


Divulgação/BBC



30/08/2007
08h52-Dentes de caracol de jardim, cristais de vitamina C e garras de morcego são alguns dos destaques da edição deste ano do concurso fotográfico britânico Visions of Science, ou Visões da Ciência, em tradução livre.

Os 32 finalistas, que vão de acadêmicos e médicos a fotógrafos amadores e estudantes, encontraram maneiras originais de retratar fenômenos científicos e naturais. O resultado são imagens que ora lembram obras de arte abstratas ora parecem saídas de um filme de terror.

"Acreditamos que esta competição é um fantástico veículo para comunicar a importância da ciência e da tecnologia para o nosso entendimento do mundo. Ela também permite que o impressionante mundo das imagens científicas alcance uma audiência mais ampla", disse John Morton, chefe da Engineering and Technology Board (ETB), organizador do concurso.

A competição é patrocinada pelo jornal The Daily Telegraph e a Science Photo Library e conta com um painel de jurados composto por cientistas, fotógrafos e editores de fotografia. Entre os competidores, eles buscam imagens únicas, que revelem novas percepções da natureza, medicina, ciência e engenharia.

Os vencedores em cada uma das cinco categorias (Ação, Arte, Detalhe, Pessoas e Conceitos) receberão um prêmio de mil libras em dinheiro, o equivalente a aproximadamente R$ 4 mil, e serão convidados para uma cerimônia de premiação em setembro, na Royal Society, em Londres.

Do CorreioWeb: http://noticias.correioweb.com.br/materias.php?id=2717962&sub=BBC