quarta-feira, 24 de junho de 2009

Gstinhos tomando banho!



nay

'But You Said You Loved Me!'



'You will pay, as God is my witness, you will pay.'



'you call this water warm???'



'I don't think I like you anymore.'



'You SUCK!!!!!!'



'E.T. phone home. .....quick!'



'No, I'm not your Good Little Kitty anymore.'



'Traction....I'm losing Traction!'



'I want my Mommmmmmyyyyyyyyyyyyyy!'



'No, no, no, no.....NOOOO!!!!'

Hahn Beer Commercial - Venice

Engraçado!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Dedicação exclusiva!

Somos muito famosas eu e Maíra!
Participação especial de Maiaaraaaa!

terça-feira, 9 de junho de 2009

Fischer Price Cegonha

Essa propaganda é muito boa!!!!

Comercial - Bombril - Ô, Lá em Casa! - 1

quinta-feira, 4 de junho de 2009

24 horas de Lisboa


Alguns dias atrás participei de um tipo de evento que costuma atrair centenas de pessoas cada vez que é realizado aqui em Lisboa: uma maratona fotográfica. É uma ótima oportunidade de conhecer mais a cidade, fazer contatos e encarar os desafios propostos pela organização.

Ao longo da maratona são apresentados temas um tanto quanto subjetivos (um dos quais me recordo era "Isto, mais isto e mais isto") que os participantes devem transformar em fotografias pelas ruas de Lisboa. Foram 24 horas "non-stop", pois a cada três horas era necessário ir até um posto de checagem para bater o ponto, recolher uma nova tarefa e saber o próximo local de encontro.

Descobri que mesmo para quem gosta muito de fotografar esta é uma experiência para lá de extenuante. Mas compensadora.

A maratona começou de manhã em um dos lugares de compras mais estilosos de Lisboa, o Chiado. Por lá pode-se tomar um café na "A Brasileira" perto das estátuas de Fernando Pessoa e Camões, "perder-se" em algumas das melhores livrarias da cidade ou simplesmente praticar o verbo gastar nas lojas de grifes famosas.

A tarde fotografei as ruas largas e retas da baixa pombalina, com seus prédios simétricos e imponentes, renascidos após a tragédia do terremoto que devastou Lisboa em 1755. Na zona da baixa está a cidade multicultural, com os africanos em trajes coloridos, indianos a vender relógios falsificados e um conjunto de índios peruanos a tocar flautas de bambu na secular praça do Rossio.

Na madrugada estava a fotografar a agitação noturna do Bairro Alto quando dei-me conta do quanto é bom poder participar de algo deste gênero sem a paranóia de ser assaltado. Uma centena de pessoas andando de noite com seus equipamentos fotográficos (alguns muito caros por sinal) e nenhum incidente. É óbvio que existem assaltos em Lisboa e as pessoas procuraram andar em grupos e em ruas mais movimentadas. Mas nem de longe lembra a falta de segurança que tomou conta do Brasil.

Imaginem a mesma situação em alguma cidade brasileira. Do jeito que as coisas andam, perder somente a câmera já seria um lucro. Durante a maratona conheci um baiano que está há oito anos em Portugal. Passa por várias dificuldades por aqui, mas não tem dúvida: se pudesse trazia a família inteira para cá. Ele me contou que enviou quase todas as suas economias para a mãe abrir uma loja de confecções em Salvador. Depois de dois assaltos, feitos pela mesma quadrilha, teve que fechar as portas.

A maratona fotográfica terminou na Alfama, um dos bairros mais antigos de Lisboa, conhecido pelas tascas tradicionais e pelas apresentações de fado. Foi lá que recebemos o prêmio pela noite insone, com o nascer do sol sobre o Tejo e a Ponte Vasco da Gama. Fiz a foto, guardei a câmera já quase sem bateria e agradeci a oportunidade de poder dizer de boca cheia e com uma tremenda olheira: Lisboa é linda!

Daniel Escobar é jornalista e mora em Lisboa onde mantém o blog Comboio Lisboa (www.comboiolisboa.com) em parceria com a jornalista Ieda Barros

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Evite os dez erros que transformam sucesso em fracasso Veja quais são os principais riscos na gestão da sua carreira

Desconhecer habilidades e competências

"Muitas vezes, a pessoa consegue emprego por indicação ou oportunidade, cai num setor específico e começa a trabalhar. Dez anos depois, está insatisfeita e improdutiva. Ao analisar, vê que não tinha perfil para a área, que tinha habilidades e competências para outro segmento. E mais: ao fazer essa avaliação apenas no início da carreira, o resultado pode não ser tão preciso, pois à medida que o profissional ganha experiência, as habilidades ficam aparentes"

Moacyr Castellani, especialista em coaching pessoal da Metacoaching

Não ter planejamento estratégico

"Profissionais sem plano estratégico da carreira são pegos desprevenidos em momentos de crise, sem saber o que fazer porque não pensaram em construir um planejamento. Alguns executivos se aposentam e acreditam que basta abrir um negócio próprio ou uma consultoria para se manter, mas eles fecham no primeiro ano porque não têm conhecimento técnico daquilo que se propõem a fazer. O erro maior consiste em não detalhar o plano. Isso significa definir o objetivo estratégico principal, mas não os indicadores e as iniciativas de melhoria ou o conjunto de atividades que têm de ser feitas para alcançar esse objetivo"

Eduardo Carmello, consultor organizacional especialista em gestão estratégica e diretor da Entheusiasmos Consultoria em Talentos Humanos

Nunca revisar o planejamento

"As pessoas fazem o planejamento e ficam engessadas nele. Quando coloco o planejamento de carreira em prática, descubro que tenho pontos a serem melhorados e habilidades que precisam ser alinhadas às possibilidades da carreira. Além disso, com o tempo, o mundo e as paixões pessoais mudam, novas oportunidades aparecem. E é o movimento em direção à realização do plano e as descobertas que mostram quando e como rever o planejamento. A revisão exige o mesmo que o primeiro planejamento. Ou seja, analisar o mercado e a sinergia da carreira com as tendências e as afinidades"

Janaina Ferreira Alves, professora e coordenadora acadêmica da pós-graduação em Gestão de Negócios, CBA Logística e CBA Marketing, do Ibmec-RJ

Protelar demais a entrada na área desejada

"Para atuar em determinada área, o ideal é começar o quanto antes, pois quanto mais protelar para redirecionar a carreira mais difícil será. Por isso, mesmo sabendo que é complicado conciliar questões financeiras, muitas carreiras precisam começar no estágio. Então, se a pessoa está num emprego que paga bem, tem de se planejar para buscar um estágio na área dela. Isso vale também para quando se está insatisfeito. Se a pessoa trabalha com algo que não a deixa feliz, é pouco provável que seja bem sucedida. Ao mudar, tem de ter em mente que vai perder algumas coisas para ganhar outras mais para frente. Tem de medir prós e contras e, se os prós parecem favoráveis, mesmo que a médio prazo, tomar a decisão"

Rudney Pereira Junior, gerente de talentos do Grupo Foco

Considerar apenas salário ao mudar de emprego

"Um movimento desses pode dar retorno em curto prazo, mas não significa que, necessariamente, haverá realização ou satisfação profissional. Mesmo porque, ao longo da vida profissional, a pessoa passa a ser percebida pelo encaminhamento que assume. Então, se pautou suas decisões apenas pelo salário, fica difícil de mudar depois. Por isso, tem de pensar na estratégia de carreira e se posicionar de acordo com ela. Além disso, realização financeira não é tudo. É necessário se sentir realizado e motivado pelo que faz. E percebo que pessoas que têm talento e se direcionam pelo que gostam de fazer dificilmente se rendem ao salário"

Marcelo Weguelin, gerente-geral de desenvolvimento de recursos humanos da Philips

Não se identificar com a empresa

"Tem de considerar o ramo de atividades e a identificação com a cultura e os valores da empresa. Eles são importantes porque norteiam as ações. Há ramos com culturas totalmente diferentes. Daí, pessoas que saem de empresas com foco em serviços e vão para empresas financeiras, por exemplo, podem não se adaptar. Por isso, tem de considerar o tipo de produto, o dinamismo de produção e o segmento de atuação. Ou seja, é importante conhecer o que a empresa faz e o que seus profissionais levam em consideração"

Edna Bedani, gerente de desenvolvimento de recursos humanos da Accor Services do Brasil

Deixar de cultivar a rede de contatos

"Cultivar a rede de relacionamentos profissionais é simples. Pode ser com um almoço, happy hour ou por e-mail. Às vezes, você vê uma reportagem na Internet que pode interessar outra pessoa. Mande para ela. É fácil e ajuda a manter o contato. Tem de entender que faz parte da carreira e não é perda de tempo. Muitos profissionais fazem isso só quando perdem o emprego, mas é fundamental manter os contatos sempre. Isso ajuda a encontrar empregos e outras oportunidades. A prioridade é estar próximo de pessoas mais influentes. E não só pelo cargo. Há pessoas que estão mais conectadas, conhecem mais gente. Essas pessoas são fundamentais para manter na rede"

Renato Grinberg, diretor-geral do site Trabalhando.com.br.

Não se qualificar

"Ao deixar de se qualificar, você pára de ganhar ferramentas para as atividades do dia-a-dia e também deixa de ver as posições que poderia ocupar. Sob a perspectiva da empresa, quando avaliamos alguém, consideramos as habilidades da pessoa para assumir a função. É uma questão de empregabilidade, pois conhecimento é algo que ninguém te tira. Assim, tudo o que se aprende pode ser usado depois, no seu negócio, para dar aula. Se capacitar intensivamente talvez seja a coisa mais inteligente que alguém possa fazer."

Úrsula Angeli, gerente de recursos humanos e desenvolvimento da Whirpool Latin America

Esquecer a família

"Quem fica obcecado pela carreira, pelas metas e desafios, começa a colocar o coração no dinheiro e esquece do que é realmente relevante. Aquilo que estabiliza para que cada um tenha uma carreira vencedora. É impossível sentir-se bem sem estar tranqüilo com a família. Às vezes, tem resultado na carreira, mas é muito curto e a vida cobra caro, pois ele não consegue manter o desempenho depois. Um dos grandes paradoxos das empresas é, num momento de crise, exigir muito dos profissionais, mas, ao mesmo tempo, dar benefícios e bônus para manter os profissionais. É importante equilibrar vida pessoal e profissional. Têm de deixar algum tempo de qualidade para a família, mesmo que seja um tempo menor"

Daniel Kroeff, professor do MBA em Gestão de Pessoas da FGV (Fundação Getúlio Vargas)

Não se preparar para o futuro

"Entre os 32 e os 45 anos, o profissional vive a fase em que é mais visto e reconhecido pelo mercado. É quando faz investimentos financeiros na carreira, por meio de cursos de idiomas e MBAs, alcançando cargos mais bem posicionados. É também nessa fase que precisa se preocupar com o futuro, desenvolver investimentos ou formas de remuneração no futuro. Seja ao pensar num negócio próprio ou ao se prepar para ser professor ou consultor. Quando se aposenta, na chamada fase da colheita, ele não necessariamente trabalha para colher resultados, mas sim pela realização profissional. Afinal, já deve ter planejado o lado financeiro"

Regina Izabel Cadelca, consultora de recursos humanos da Catho


segunda-feira, 1 de junho de 2009

Como anda a dieta da alma??




Arroz, feijão, bife, ovo.
Isso nós temos no prato, é a fonte de energia que nos faz levantar de manhã e sair para trabalhar.
Nossa primeira meta é a sobrevivência do corpo.
Outro dia, no meio da tarde, senti uma fome me revirando por dentro.
Uma fome que me deixou melancólica.
Me dei conta de que estava indo pouco ao cinema, conversando pouco com as pessoas, e senti uma abstinência de viajar que me deixou até meio tonta.
Minha geladeira, afortunadamente, está cheia, mas me senti desnutrida.
Você já se sentiu assim também, precisando se alimentar?

Revista, jornal, internet, isso tudo nos informa, nos situa no mundo, mas não sacia.
A informação entra dentro da casa da gente em doses cavalares e nos encontra passivos, a gente apenas seleciona o que nos interessa e despreza o resto, e nem levantamos da cadeira neste processo.
Para alimentar a alma, é obrigatório sair de casa; sair à caça; perseguir.
Se não há silêncio a sua volta, cace o silêncio onde ele se esconde, pegue uma estradinha de terra batida, visite um sítio, uma cachoeira ou vá para a beira da praia.
O litoral é bonito nesta época, tem uma luz diferente, o mar parece maior, há menos gente.

Cace o afeto, procure quem você gosta de verdade, tire férias de rancores e mágoas, abrace forte, sorria, permita que lhe cacem também.
Cace a liberdade que anda tão rara, liberdade de pensamento, de atitudes, vá ao encontro de tudo que não tem regras, patrulha, horários.
Cace o amanhã, o novo, o que ainda não foi contaminado por críticas, modismos, conceitos, vá atrás do que é surpreendente, o que se expande na sua frente, o que lhe provoca prazer de olhar, sentir, sorver.
Entre numa galeria de arte. Vá assistir a um filme de um diretor que não conhece. Olhe para sua cidade com olhos de estrangeiro, como se você fosse um turista; abra portas e páginas.

Arroz, feijão, bife, ovo.
Isso mantém a gente em pé, mas não acaba com o cansaço diante de uma vida que, se a gente descuida, torna-se repetitiva, monótona, entediante.
Mas, nada de descuido. Vou me entupir de calorias na alma. Há fartas sugestões no cardápio.
Quero engordar no lugar certo.
O ritmo dos dias é tão intenso que, às vezes, a gente esquece de se alimentar direito.

Martha Medeiros