terça-feira, 30 de outubro de 2007

Saiba como surgiu o dia das bruxas

O Dia das Bruxas surgiu há dois mil anos quando povos celtas festejavam o fim do verão, o início do Ano-novo e as fartas colheitas. Sua comemoração original chamava-se Samhain, também conhecida como o Dia das Almas, pois acreditava-se que na noite de 31 de outubro acontecia o encontro entre o mundo espiritual e material.

Lendas e contos revelam que os mortos no ano anterior regressam e se encarnam nos vivos para dar uma voltinha pelo mundo terreno. Algumas pessoas dizem que os espíritos regressam para cometer atrocidades, colocar mau olhado nas colheitas e ocasionar danos materiais. Outras pessoas garantem que os celtas acreditavam que as almas eram de membros superiores da Igreja Católica e eram inofensivas.

No mundo moderno, o Halloween surgiu em XIX, quando irlandeses implantaram a festa nos Estados Unidos. A data virou uma tradicional festa infantil na qual crianças se fantasiam e pedem doces de casa em casa, dizendo tricks or treats - travessuras ou gostosuras.

A animação é tanta que dia 31 de outubro é feriado nos Estados Unidos e o comércio registra alto volume de vendas, superior somente ao da época de Natal. De acordo com estatísticas, no dia 31 os mais empolgados com as compras gastam um total de U$S 2,5 milhões em fantasias, presentes e acessórios.

(Do Terra.com)

Adoro dia das bruxas!


segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Público rejeita Marjorie Estiano como protagonista de "Duas Caras"


"Telespectadores têm bombardeado a Globo com e-mails. Não estão gostando de Marjorie Estiano como protagonista da novela das oito. As maiores críticas são que a atriz força o choro em algumas cenas e tem a voz fanhosa. A Globo afirma que Marjorie é muito elogiada na emissora, tem carisma etc. Já o autor de "Duas Caras" preferiu manter silêncio. Não respondeu ao e-mail da coluna."




(Mas ano passado ela arrasou!)
Hehehehe!


quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Reciclagem de pilhas e óleo de cozinha!

Agora já temos onde levar pilhas/baterias e óleo de cozinha para reciclar!
É isso mesmo! A partir de agora as Agências do Banco Real e as lojas do Pão de Açúcar estão com programa de reciclagem.
Sabe aquelas pilhas e baterias usadas que não sabemos o que fazer com elas? Pois é, agora está fácil! Basta levá-las a qualquer agência do Banco Real e colocá-las no Papa-pilhas. Este é mais um programa de reciclagem promovido pela instituição.
As pilhas e baterias de celulares, câmeras digitais, controle remoto, relógios, etc, etc... contém materiais que contaminam o solo e os lençóis freáticos deixando-os impróprios para utilização, podendo provocar problemas à saúde, como danos para os rins, fígado e pulmões. São eles: cádmio, mercúrio, níquel, chumbo, etc.
Não esqueça: o Papa-pilhas está disponível em todas as unidades do Banco Real.
Também já temos onde levar o óleo de cozinha usado para reciclar! As lojas do Pão de Açúcar, que já reciclam outros tipos de lixo, como papel, vidro, plástico e metal, reciclarão também óleo de cozinha!
Você sabia que apenas 1 litro de óleo despejado no esgoto polui cerca de um milhão de litros de água ou o que uma pessoa consome em 14 anos de vida? E ainda provoca a impermeabilizaçã o dos leitos e terrenos próximos, contribuindo para a ocorrência de enchentes.
Como fazer:
Depois que o óleo usado esfriar, armazene em uma garrafa plástica daquelas de 2 litros, se possível transparente. Tampe bem a garrafa e deposite-a no coletor de lixo de cor marrom da loja Pão de Açúcar, indicado para esta finalidade.
Todo óleo de cozinha coletado será encaminhado pela cooperativa às empresas recicladoras, que o utilizarão como matéria-prima para a produção de biocombustível.
Independentemente disso, pare imediatamente de jogar óleo pelo esgoto. Armazene em garrafas e jogue no lixo reciclável, e não nos rios!
Mais informações:
http://www.grupopaodeacucar.com.br/meioambiente

sábado, 13 de outubro de 2007

Barbershop

Ouça com fones de ouvido!

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

iPod entra para currículo escolar nos EUA

Escolas distribuem iPods para estrangeiros aprenderem a falar inglês.
Com métodos tradicionais, alunos consideravam aprendizado entediante.

Uma proibição contra o uso de iPods foi imposta com tanta rigidez na escola de ensino médio José Martí, nos EUA, que chega a três o número de aparelhos confiscados dos alunos por semana. Eles só são devolvidos diretamente aos pais dos estudantes.

No entanto, apesar de os alunos receberem ordem de deixar o iPod em casa, a escola de Hudson County está distribuindo os tocadores digitais portáteis para ajudar alunos estrangeiros, com conhecimentos apenas básicos de inglês, a aprimorar o vocabulário e a gramática cantando músicas pop.

No mês que vem, o distrito da cidade de Union distribuirá 300 iPods às escolas locais como parte de um projeto de US$ 130 mil em um dos sistemas escolares urbanos mais carentes de New Jersey. O programa incentivou diversos outros distritos, como os de Perth Amboy e South Brunswick, a implementarem seus próprios programas de iPod no ano passado. O projeto chamou a atenção de educadores do condado de Westchester a Monrovia, na Califórnia.

A disseminação dos iPods nas salas de aula ocorre justamente quando muitas escolas do país proibiram os tocadores digitais nas dependências da escola, além de celulares e aparelhos de DVD, pois representam uma distração, ou às vezes coisas mais sérias. Houve casos de alunos flagrados colando em provas depois de carregarem respostas, fórmulas matemáticas e anotações nos iPods.

Entretanto, algumas escolas estão reavaliando a proibição do iPod, na tentativa de adotar o aparelho para fins educacionais. No mês passado, as escolas de Perth Amboy adquiriram 40 iPods para os alunos usarem em aulas bilíngües que seguem o modelo das escolas de Union City. Em South Brunswick, 20 iPods foram usados há alguns meses nas aulas de francês e espanhol. E em North Plainfield, em New Jersey, a escola distribuiu iPods para professores de ciências para ilustrarem os conceitos de química, e está pensando em permitir que os alunos dessas aulas usem os próprios iPods que trouxerem de casa.

Inovação
"É uma inovação", diz Frank Belluscio, porta-voz da Associação das Escolas de New Jersey, que selecionou educadores de Union City para falar sobre as aulas com o iPod na conferência anual do grupo em Atlantic City, de 24 a 26 de outubro. "A maioria das pessoas pensa no iPod apenas como entretenimento".

Na escola José Martí, os iPods prateados, com telas de vídeo embutidas, que custam cerca de US$ 250 a unidade, são distribuídos no início da aula com fones e dicionários espanhol-inglês. Os iPods são recolhidos ao término da aula e, segundo representantes da escola, até hoje nenhum sumiu nem foi quebrado.

Em uma das aulas, os alunos da oitava série acompanhavam as letras do rock "Hey There Delilah", da banda Plain White T's, enquanto a música tocava nos iPods repetidas vezes. Os mais corajosos cantavam alto.

"Ele [o iPod] conversa comigo", disse Stephanie Rojas, 13, que se mudou para os EUA no ano passado vindo de Porto Rico e que agora prefere cantar em inglês. "Fico um tempão no banho porque gosto de cantar e meus irmãos ficam gritando para eu sair logo".

Pedro Noguera, professor de sociologia da New York University que estuda escolas em zonas urbanas, contou que um número maior de escolas está usando novas tecnologias como iPods para envolver os alunos. Por exemplo, diz ele, alguns professores criaram videogames com temas das aulas de história e também pediram que os alunos encenassem romances e peças no YouTube.

"Sabemos que a principal reclamação sobre a escola é que ela é um tédio porque o modelo tradicional ensinado se baseia na aprendizagem passiva", explicou Noguera. "Não é interativa o suficiente".

Equipados
Em muitas comunidades ricas, os iPods se tornaram um acessório essencial dos alunos. Em 2004, a Duke University inovou equipando sua turma inteira de calouros com iPods que estavam pré-configurados com orientações e até com o grito de guerra da Duke. Embora a Duke não distribua mais iPods, ela mantém uma série de aparelhos que são emprestados aos alunos para assistirem as aulas. No último semestre, 93 dos cerca de 2.000 cursos da Duke exigiam o uso de iPods.

A Brearley School, escola particular para meninas no Upper East Side em Manhattan, usou os iPods para complementar os livros de idiomas estrangeiros e as aulas de música, teatro e inglês. Toda aluna da Brearley, da sétima série ao ensino médio, é obrigada a comprar ou alugar um iPod.

Em Union City, os iPods são considerados um luxo por muitas das famílias de imigrantes que moram neste centro urbano extremamente populoso, conhecido no passado pelas fábricas de bordados. Cerca de 94% dos 11 mil alunos do bairro se enquadram nos requisitos que os qualificam para receber merenda gratuita ou mais barata.

O distrito de Union City, que conta com um orçamento anual de US$ 197 milhões, prioriza as aulas bilíngües já que mais de um quarto de seus alunos está aprendendo o básico do inglês. Representantes do distrito dizem que o desafio é difícil: quatro das 12 escolas do distrito foram identificadas como necessitando de melhorias, de acordo com a lei federal No Child Left Behind (Nenhuma criança fora da escola), em grande parte porque um número insuficiente de alunos bilíngües passou nos exames de leitura e matemática do estado.

Bilíngües
Grace Poli, especialista em mídia da José Martí, disse que em 2004 contatou representantes do distrito para cogitar a compra de 23 iPods para um programa bilíngüe após o horário normal de aula, depois de se surpreender com a paixão dos alunos pelos aparelhos. Os alunos, cujo espanhol era a língua materna, pareciam entediados com os livros didáticos em inglês, disse ela, os quais consideravam obsoletos e irrelevantes.

O programa ficou tão popular que foi inserido no currículo regular da escola no ano seguinte e, em 2006, Poli recebeu mais 60 iPods. Em maio deste ano, o distrito decidiu comprar 300 iPods para expandir o programa para outras escolas neste semestre.

Poli procurou nas paradas musicais as canções mais populares entre os alunos, compilando uma eclética seleção de Shania Twain, Barry White, U2 e Black Eyed Peas. Ela baixou as músicas nos iPods e digitou as letras. Em seguida, apagou todos os substantivos, e em seguida os verbos e adjetivos, obrigando os alunos a preencher os espaços em branco e aprender o significado das palavras que faltavam.

Em aula, eles cantam ou lêem em voz alta as letras completas que preencheram.
"Muitos de nossos alunos bilíngües são extremamente tímidos e se sentem deslocados", disse Poli, cujos pais imigraram do Equador. "Temos crianças que nunca haviam falado sequer uma palavra em inglês e agora cantam Black Eyed Peas. Foi um trabalho difícil, mas valeu a pena".

Poli também baixou áudio-livros, inclusive a série Harry Potter, e adicionou dispositivos de gravação aos iPods para que os alunos pudessem escutar a própria pronúncia enquanto lessem poesia ou conversassem com os colegas.

Embora os iPods sejam usados sobretudo nas aulas bilíngües, o distrito planeja experimentá-los com alunos com dificuldade de aprendizagem e problemas comportamentais como parte da expansão do programa, previsto para começar no próximo mês. No ano passado, Poli colaborou com uma aula alternativa de educação criando podcasts com dicas para a hora de fazer provas que foram compartilhadas com a escola inteira.

Poli contou que seus alunos falantes de espanhol, conhecidos na escola como o Pessoal do Pod, conseguiram deixar as aulas bilíngües depois de apenas um ano usando os aparelhos digitais, comparados com a média de quatro a seis anos da maioria dos alunos que freqüentam essas aulas.

Geri Perez, diretora da José Martí, contou que os pais haviam pedido que seus filhos fossem matriculados nas aulas equipadas com iPod. Perez, que não fala espanhol, disse que os alunos das aulas bilíngües que antes fugiam dela para não ter que conversar em inglês ganharam autoconfiança e agora se aproximam dela nos corredores.
Dianelis Cano, 13, que se mudou para os EUA vindo de Cuba há menos de dois anos, disse que aprendeu tanto inglês que a mãe, vendedora de roupas, comprou um iPod para ela como prêmio pelas boas notas. Dianelis carrega suas próprias músicas no iPod para praticar inglês, embora também inclua músicas em espanhol.

"Vou checar seu iPod para ter certeza de que aí tem músicas em inglês", Poli brincou com a aluna. "Vou fazer visitas à sua casa".

(Do site da Globo)

Unicamp usa PlayStation 3 para realizar pesquisas


Projeto de biologia tem 12 videogames que fazem cálculos científicos.
Console da Sony tem melhor custo/benefício que servidores comuns, diz especialista.
RENATO BUENO Do G1, em São Paulo

Foto: Gustavo Tilio/G1
Gustavo Tilio/G1
PS3 ajudam a pesquisadora Monica Pickholz a realizar cálculos de bioinformática (Gustavo Tilio/G1)

O que poderia ser uma LAN house dos sonhos, com o console mais caro da história dos videogames, é, na verdade, um laboratório que faz bilhões de cálculos por segundo para entender melhor a “interação de anestésicos locais com membranas biológicas”.



São 12 PlayStation 3 ligados em rede em uma sala da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), interior de São Paulo. Com seus joysticks (controles) guardados no armário, rodam o sistema operacional Linux, formando um ‘cluster’ de processamento e ajudando a pesquisadora argentina Monica Pickholz nos cálculos de bioinformática desde junho de 2007.

“São muito mais estáveis que qualquer cluster [aglomerado de PCs] com que já trabalhei”, diz Monica. Os videogames funcionam 24 horas por dia, sete dias por semana. Só pararam uma vez, quando "acabou a força e o gerador não funcionou". Durante todo o tempo, os videogames fazem cálculos para simular dinâmicas de comportamento entre átomos.

Supermáquina

A iniciativa da pesquisadora pode parecer inusitada, mas não é surpresa para quem acompanha o mundo dos jogos. Afinal, desde antes do lançamento do PS3 a Sony já vendia a idéia de que o videogame seria um "supercomputador". Ele lê discos Blu-ray, tem saída de vídeo em alta definição, entradas USB, conexões Wi-Fi, Bluetooth e discos rígidos de até 80 GB. Mas o que torna o PS3 tão atrativo no ambiente científico é um "simples" chip: o Cell.

Criado em parceria da Sony com a IBM e a Toshiba, o chip Cell tem um núcleo e oito processadores. Essa arquitetura permite que cálculos sejam distribuídos, agilizando as tarefas sem sobrecarregar o sistema.

"A capacidade de cálculos é inimaginavelmente grande. Considerando o que se gasta para produzir um PS3, é uma imbatível relação custo/benefício no mercado computacional", explica o consultor de informática Martinelli.

Diversão barata

Quando foi lançado, em novembro de 2006, o PS3 importado chegou ao Brasil por cerca de R$ 7 mil. O preço foi reduzido ao longo dos meses, e hoje varia de R$ 2,2 mil a R$ 3,5 mil, dependendo do modelo. Seu principal rival, o Xbox 360, é vendido por R$ 2,5 mil – com a vantagem de ter garantia e assistência técnica no país, além de uma oferta de jogos maior.

Foto: Gustavo Tilio/G1
Sala da Unicamp tem 12 PlayStation 3 ligados em rede (Foto: Gustavo Tilio/G1)


A professora Monica, doutora em Física, faz as contas. Com o projeto de pesquisa financiado pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de São Paulo), comprou cada máquina no Brasil por cerca de R$ 2,58 mil - modelo com disco rígido de 60 GB. Conseguiu um total de 72 processadores, já que, efetivamente, são seis os centros de processamento ativos em cada PS3. O mesmo dinheiro, se aplicado em servidores convencionais, resultaria em apenas 32 processadores, ela diz.

"Ocorre que o hardware do PS3 é barateado por expectativas de volume de vendas e ganhos com softwares (jogos), algo que não acontece no mercado de servidores", diz Martinelli. Ou seja, a Sony pretende lucrar com a venda de jogos, enquanto perde alguns trocados para ver sua base instalada de usuários aumentar. Pena que cientistas não jogam durante o trabalho. Ou jogam?

Monica não conhece videogames, nem mesmo Wii e Xbox 360, os rivais do PlayStation 3. Ela revela que jogava "Descent", jogo de naves espaciais em 3D que marcou época nos computadores. Dos 12 PS3 configurados para a pesquisa, somente o primeiro veio com jogo – já devidamente guardado junto com os joysticks.

A serviço da ciência

Antes de investir no "cluster" de videogames, Monica testou um PlayStation 3. Convencida de que poderia dar certo, avançou com o projeto. "Na Unicamp desconfiaram, acharam que era um risco muito grande". Mas a reação foi positiva quando perceberam os resultados, diz a professora.

No entanto, o console da Sony não pode executar qualquer função na informática, segundo a pesquisadora. "O PS3 não é a salvação para todos os problemas, tem aplicações bastante específicas" diz.

Outros projetos pelo mundo também utilizam o poder de processamento do console com o chip Cell. Até mesmo a Sony se viu obrigada a instalar servidores de PS3 para hospedar as conexões de partidas on-line do jogo "Warhawk", recentemente lançado para o próprio PlayStation 3.

No campo científico, o projeto PS3 Grid vem com o subtítulo "PlayStation 3 a serviço da ciência". A iniciativa pretende reunir voluntários para pesquisas na área de simulação de dinâmicas moleculares. No site, os criadores citam um exemplo de mutirão de videogames dedicados aos cálculos. "Se mil pessoas se unirem nessa cooperativa, teremos uma força computacional equivalente a 16 mil computadores de processador simples", diz o texto de introdução.

Lanterninha

Enquanto amplia as possibilidades da ciência, o PS3 continua seu caminho tortuoso no mercado em que foi destinado a brilhar. A "guerra da nova geração" de games já existe "oficialmente" há quase um ano, e o PS3 é o lanterninha. Desde seu lançamento, foi alvo de polêmicas. Preço alto, ajustes de hardware e uma linha de jogos que não conquistou o público.

A concorrência não perdeu tempo. Segundo dados do site Video Game Chartz, o PS3 tem quase cinco milhões de unidades vendidas no mundo, contra 11 milhões do Xbox 360 e 12 milhões do Wii.

Recentemente, foi confirmado o reajuste de preços na Europa, que passam a valer a partir desta quarta-feira (10). O modelo de PS3 com disco rígido de 60 GB caiu de 599 (R$ 1,52 mil) para 499 euros (R$ 1,27 mil), e um modelo com HD de 40 GB será lançado a 399 euros (R$ 1 mil).

Índice oficial de inflação recua com queda no preço do leite

O IPCA acumulado no ano de 2007 já chega a 2,99%.
Mudança no telefone reduziu inflação no Nordeste e em BH.

A alta menor no preço dos alimentos e a redução na conta de telefone ajudaram a segurar a inflação medida pelo IPCA. O indicador oficial de inflação do governo passou de 0,47% em agosto para 0,18% em setembro.

“A redução do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de um mês para o outro é atribuída à forte desaceleração na taxa de crescimento do grupo alimentação e bebidas”, disse o IBGE.

Apesar do recuo em setembro, o IPCA acumulado no ano de 2007 já chega a 2,99%, mais do que em igual período de 2006 (2,00%) e próximo do registrado em todo o ano passado (3,14%). Mesmo assim, o IPCA deve fechar o ano dentro da meta de 4,5%.

Com peso de 21% no IPCA em setembro, a variação dos alimentos foi de 0,44%, abaixo da alta de 1,39% registrada em agosto. O item leite e derivados foi o principal responsável pela redução. Enquanto no mês de agosto teve alta de 5,77%, em setembro mostrou queda de 1,20%.

Segundo o IBGE, além do leite, outros produtos ficaram mais baratos ou tiveram menor crescimento de preços durante o mês de setembro. Os destaques foram a carne (0,62% em setembro, contra 2,98% em, agosto) e o feijão carioca (4,09% em setembro, contra 5,11%).

Telefone

O telefone fixo, cujas contas de agosto haviam aumentado 1,14%, influenciadas principalmente pelo reajuste de 21 de julho, ficou 1,01% mais barato. “Isso em decorrência das variações registradas nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte (-3,78%), Recife (-2,86%), Belém (-3,15%), Fortaleza (-2,64%) e Salvador (-4,67%), onde a transição da medição tarifária de pulso para minuto levou a uma redução no valor das contas”, diz o IBGE.

O grupo vestuário (de -0,03% para 0,45%), com a nova coleção de roupas e calçados no mercado, voltou a subir em setembro. Habitação (de 0,05% em agosto para 0,54% em setembro) também apresentou variação mais elevada, em parte por causa da taxa de água e esgoto, que subiu de 0,02% para 1,23%, tendo em vista as variações registradas em duas regiões metropolitanas: Rio de Janeiro e São Paulo.

Outras causas de alta no grupo foram as variações nos preços de condomínio (de 0,31% para 1,05%), artigos para reparos de residência (de 0,49% para 0,87%) e gás de botijão (de 0,05% para 0,68%).

Destacou-se também o aumento nos preços dos remédios, de 0,04% em agosto para 0,22% em setembro.

Já em relação aos combustíveis, enquanto o litro do álcool caiu menos (de -3,76% em agosto para -1,77% em setembro), a queda da gasolina permaneceu em níveis próximos (-0,89% em agosto e -0,79% em setembro).

(Do site da Globo).


É incrível como uma coisa como o lançamento de novas tendências do mundo da moda tem um impacto na realidade econômica de um país, como Edward Lorenz já dizia, em 1963 quando teorizou o caos e teve como base o efeito borboleta (que a propósito foi um grande passo na carreira de Ashton).
Se, porém os estilistas não agradarem o público consumidor, a economia deixará de ser afetada. Roupas deixariam de ser vendidas. (Se bem que para mulher roupa e sapato nunca é pouco, mas com certeza as vendas seriam menores do que com novas coleções, especialmente a da primavera que está um luxo! hahaha!).
Quanta responsabilidade a dos estilistas.
;)

JAL oferece cadeira maior para passageiro

Enquanto aqui, é como a Mary Help diz, SEGURA no encosto de braço e não larga!

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Tutor

Nikon D40