segunda-feira, 31 de maio de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
SER CHIQUE É UMA QUESTÃO DE ATITUDE...
Recebi por email da Romana
Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como atualmente. A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão a venda . Elegância é uma delas. Assim, para ser chique é preciso muito mais que uns guarda-roupas recheados de grifes importadas. Muito mais que um belo carro Alemão. O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta.
Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com seus imensos decotes. Mas que, sem querer, atrai todos os olhares, porque tem brilho próprio.
Chique mesmo é quem é discreto, não faz perguntas inoportunas, nem procura saber o que não é da sua conta.
Chique mesmo é parar na faixa de pedestre e abominar a mania de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e as pessoas que estão no elevador. Não é só lembrar dos amigos nas horas de festas e sim naquelas em que eles mais precisam.
Chique mesmo é não se exceder nunca. Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.
Chique mesmo é olhar no olho do seu interlocutor. É "desligar o radar" quando estiver sentado a mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção à sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra. É ser grato a quem lhe ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, mas ficar feliz ao ser prestigiado.
Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre do quanto que a vida é breve e de que vamos todos para o mesmo lugar.
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se cruzar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem. Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!
Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como atualmente. A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão a venda . Elegância é uma delas. Assim, para ser chique é preciso muito mais que uns guarda-roupas recheados de grifes importadas. Muito mais que um belo carro Alemão. O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta.
Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com seus imensos decotes. Mas que, sem querer, atrai todos os olhares, porque tem brilho próprio.
Chique mesmo é quem é discreto, não faz perguntas inoportunas, nem procura saber o que não é da sua conta.
Chique mesmo é parar na faixa de pedestre e abominar a mania de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e as pessoas que estão no elevador. Não é só lembrar dos amigos nas horas de festas e sim naquelas em que eles mais precisam.
Chique mesmo é não se exceder nunca. Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.
Chique mesmo é olhar no olho do seu interlocutor. É "desligar o radar" quando estiver sentado a mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção à sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra. É ser grato a quem lhe ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, mas ficar feliz ao ser prestigiado.
Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre do quanto que a vida é breve e de que vamos todos para o mesmo lugar.
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se cruzar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem. Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!
sexta-feira, 30 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Recursos Humanos
Recursos Humanos
Você tem inteligência emocional?
Confira a entrevista com Carlos Cruz, Diretor da UP Treinamentos & Consultoria, sobre a importância da inteligência emocional na carreira
Saber lidar com as emoções no dia-a-dia nas empresas é quase que matar um leão por dia. Ter controle destas emoções e ser emocionalmente inteligente mobilizando as emoções de maneira estratégica para alcançar as metas é questão de sobrevivência. Em entrevista ao portal HSM Online, Carlos Cruz, Coach Executivo e de Equipes, explica que o profissional que possui inteligência emocional consegue reconhecer, aceitar, escolher e gerenciar o que sente durante as mais diversas situações. Confira.
HSM Online - Como podemos definir inteligência emocional?
Carlos Cruz - Um profissional emocionalmente inteligente consegue mobilizar suas emoções estrategicamente para alcançar suas metas. Para isso, ele consegue reconhecer, aceitar, escolher e gerenciar o que sente durante as mais diversas situações. Conheço muitas pessoas que deixaram de alcançar melhores resultados por terem perdido o equilíbrio em determinado momento. Quem nunca teve vontade de mandar tudo para o ar? Acredito que a maioria de nós. O importante é saber que isso pode nos aliviar na hora, mas será que não trará problemas depois?
HSM Online - Atualmente, podemos dizer que existem poucos profissionais com esta ‘competência’? Por que? Aliás, podemos chamar a inteligência emocional de competência?
Carlos Cruz - As novas gerações apresentam uma grande similaridade no que diz respeito à sua formação técnica. Muitos já possuem graduação, pós-graduação e MBA por volta dos 28 anos, mas ainda continua difícil encontrar quem sabe controlar suas emoções em busca de objetivos pessoais que estejam alinhados aos interesses da empresa. A inteligência emocional pode ser desenvolvida, por meio de trabalhos que envolvem algumas competências do indivíduo, ou seja, características mensuráveis que diferenciam o nível de desempenho de uma pessoa em determinada situação como, por exemplo, a flexibilidade, a capacidade de gerenciar conflitos e comunicação.
HSM Online - Como reconhecemos um profissional com Inteligência Emocional? Quais são as principais características? E o contrário?
Carlos Cruz - É importante destacar que todos possuem Inteligência emocional, alguns num nível mais desenvolvido e outros menos. O desafio está em desenvolver essa inteligência incessantemente para alcançar melhores resultados em todos os aspectos. Esses resultados podem ser conseguidos aumentando a lucratividade do negócio em que atua ou ter mais bem estar.
HSM Online – E como é possível se desenvolver nestes aspectos?
Carlos Cruz - Durante os trabalhos de Coaching, procuro me basear no modelo criado por Daniel Goleman e Richard Boyatzis. Por isso, costumo trabalhar cinco áreas distintas:
1 - Eu me conheço - É a área do autoconhecimento, a sinceridade que cada um tem consigo mesmo para avaliar as suas habilidades de maneira verdadeira, abrindo-se para feedbacks, para reconhecer como as suas emoções afetam seu desempenho e a ligação entre o que pensa, sente e sua maneira de agir. Pare alguns minutos antes de enfrentar um desafio que gere alguma tensão emocional e pergunte-se: Qual é a emoção que estou sentindo neste momento? Como eu posso pensar e agir diferente nesta situação?
2 - Eu me gerencio – Aqui busco trabalhar o autocontrole, que permite a pessoa pensar antes de agir, conseguindo, assim, administrar seus impulsos para não explodir e depois se arrepender. Ter a capacidade de adaptar-se as situações para alcançar um objetivo, além de flexibilidade e foco em momentos de pressão são exercícios do autogerenciamento. Tenha sempre um objetivo em mente e pense quais seriam os passos para alcançá-lo. Pergunte-se freqüentemente: Qual comportamento construtivo eu posso ter agora para alcançar meu objetivo?
3 - Motivação – É fundamental os indivíduos terem um propósito, um motivo para agir. Estar pronto para agarrar as oportunidades, superar os obstáculos e aprender com eles para seguir em frente é muito importante. Saiba que o fracasso é um julgamento em curto prazo e trabalhe constante e incessantemente em busca de resultados positivos. Mobilize pessoas para alcançar a realização. Uma pessoa motivada é sinal de iniciativa e persistência. Reflita: suas decisões são motivadas pelo medo de perder ou pela esperança de ganhar? O que você precisa fazer para alcançar seu objetivo?
4 - Eu conheço os outros – Aqui peço para as pessoas olharem para suas equipes e para as pessoas ao seu redor. É preciso mostrar sensibilidade a perspectiva alheia, buscar maneiras de conquistar a confiança e aumentar o nível de satisfação dos outros. Enxergar as diferenças como oportunidades de desenvolvimento faz toda a diferença. Nesta área se avalia a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendê-lo e entender verdadeiramente o que se passa com ele. Faça uma lista das qualidades, talentos e dificuldades das pessoas ao seu redor. Identificar as pessoas que tem poder e influência nos relacionamentos com a sua equipe pode ajudar no seu próprio posicionamento. Pense também nas ideias pré-concebidas que você tem do seu chefe, clientes e liderados.
5 - Eu gerencio os outros – Aqui exercitamos a liderança situacional, gerenciamos conflitos, colaboramos e trabalhamos em equipe, construímos alianças e desenvolvemos os outros. Nesta área pode-se observar a capacidade de lidar com pessoas difíceis. Desafiar o status quo, ou seja, a maneira como as coisas são é uma forma de avaliar como você gerencia os outros. Aproveite para refletir sobre algo importante que deseja comunicar e se pergunte: O que é mais importante nesta mensagem para mim? E para os outros? Pense, ainda, se existe uma melhor maneira de dizer o que deseja.
HSM Online – Para você, qual é um bom exemplo de controle emocional ocorrido recentemente?
Carlos Cruz - A crise financeira já ficou no espelho retrovisor, mas foi um bom exemplo de uma situação que exigiu muito controle emocional. Por conta de um movimento de mercado, meses antes da crise a bolsa de valores era tida com um ótimo lugar para aportar investimentos. Por isso, muitas pessoas acabaram comprando papéis por impulso, sem estudar suas ações ou realizarem qualquer tipo de planejamento. Com as quedas vertiginosas das bolsas em todo o mundo, os investidores impulsivos sofreram muito mais do que aqueles que sabiam o que estavam fazendo. Isso nos deixa claro que, por mais assertivas que possam parecer no curto prazo, não podemos tomar atitudes pautadas apenas pelo “calor do momento”.
HSM Online
14/04/2010
Você tem inteligência emocional?
Confira a entrevista com Carlos Cruz, Diretor da UP Treinamentos & Consultoria, sobre a importância da inteligência emocional na carreira
Saber lidar com as emoções no dia-a-dia nas empresas é quase que matar um leão por dia. Ter controle destas emoções e ser emocionalmente inteligente mobilizando as emoções de maneira estratégica para alcançar as metas é questão de sobrevivência. Em entrevista ao portal HSM Online, Carlos Cruz, Coach Executivo e de Equipes, explica que o profissional que possui inteligência emocional consegue reconhecer, aceitar, escolher e gerenciar o que sente durante as mais diversas situações. Confira.
HSM Online - Como podemos definir inteligência emocional?
Carlos Cruz - Um profissional emocionalmente inteligente consegue mobilizar suas emoções estrategicamente para alcançar suas metas. Para isso, ele consegue reconhecer, aceitar, escolher e gerenciar o que sente durante as mais diversas situações. Conheço muitas pessoas que deixaram de alcançar melhores resultados por terem perdido o equilíbrio em determinado momento. Quem nunca teve vontade de mandar tudo para o ar? Acredito que a maioria de nós. O importante é saber que isso pode nos aliviar na hora, mas será que não trará problemas depois?
HSM Online - Atualmente, podemos dizer que existem poucos profissionais com esta ‘competência’? Por que? Aliás, podemos chamar a inteligência emocional de competência?
Carlos Cruz - As novas gerações apresentam uma grande similaridade no que diz respeito à sua formação técnica. Muitos já possuem graduação, pós-graduação e MBA por volta dos 28 anos, mas ainda continua difícil encontrar quem sabe controlar suas emoções em busca de objetivos pessoais que estejam alinhados aos interesses da empresa. A inteligência emocional pode ser desenvolvida, por meio de trabalhos que envolvem algumas competências do indivíduo, ou seja, características mensuráveis que diferenciam o nível de desempenho de uma pessoa em determinada situação como, por exemplo, a flexibilidade, a capacidade de gerenciar conflitos e comunicação.
HSM Online - Como reconhecemos um profissional com Inteligência Emocional? Quais são as principais características? E o contrário?
Carlos Cruz - É importante destacar que todos possuem Inteligência emocional, alguns num nível mais desenvolvido e outros menos. O desafio está em desenvolver essa inteligência incessantemente para alcançar melhores resultados em todos os aspectos. Esses resultados podem ser conseguidos aumentando a lucratividade do negócio em que atua ou ter mais bem estar.
HSM Online – E como é possível se desenvolver nestes aspectos?
Carlos Cruz - Durante os trabalhos de Coaching, procuro me basear no modelo criado por Daniel Goleman e Richard Boyatzis. Por isso, costumo trabalhar cinco áreas distintas:
1 - Eu me conheço - É a área do autoconhecimento, a sinceridade que cada um tem consigo mesmo para avaliar as suas habilidades de maneira verdadeira, abrindo-se para feedbacks, para reconhecer como as suas emoções afetam seu desempenho e a ligação entre o que pensa, sente e sua maneira de agir. Pare alguns minutos antes de enfrentar um desafio que gere alguma tensão emocional e pergunte-se: Qual é a emoção que estou sentindo neste momento? Como eu posso pensar e agir diferente nesta situação?
2 - Eu me gerencio – Aqui busco trabalhar o autocontrole, que permite a pessoa pensar antes de agir, conseguindo, assim, administrar seus impulsos para não explodir e depois se arrepender. Ter a capacidade de adaptar-se as situações para alcançar um objetivo, além de flexibilidade e foco em momentos de pressão são exercícios do autogerenciamento. Tenha sempre um objetivo em mente e pense quais seriam os passos para alcançá-lo. Pergunte-se freqüentemente: Qual comportamento construtivo eu posso ter agora para alcançar meu objetivo?
3 - Motivação – É fundamental os indivíduos terem um propósito, um motivo para agir. Estar pronto para agarrar as oportunidades, superar os obstáculos e aprender com eles para seguir em frente é muito importante. Saiba que o fracasso é um julgamento em curto prazo e trabalhe constante e incessantemente em busca de resultados positivos. Mobilize pessoas para alcançar a realização. Uma pessoa motivada é sinal de iniciativa e persistência. Reflita: suas decisões são motivadas pelo medo de perder ou pela esperança de ganhar? O que você precisa fazer para alcançar seu objetivo?
4 - Eu conheço os outros – Aqui peço para as pessoas olharem para suas equipes e para as pessoas ao seu redor. É preciso mostrar sensibilidade a perspectiva alheia, buscar maneiras de conquistar a confiança e aumentar o nível de satisfação dos outros. Enxergar as diferenças como oportunidades de desenvolvimento faz toda a diferença. Nesta área se avalia a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendê-lo e entender verdadeiramente o que se passa com ele. Faça uma lista das qualidades, talentos e dificuldades das pessoas ao seu redor. Identificar as pessoas que tem poder e influência nos relacionamentos com a sua equipe pode ajudar no seu próprio posicionamento. Pense também nas ideias pré-concebidas que você tem do seu chefe, clientes e liderados.
5 - Eu gerencio os outros – Aqui exercitamos a liderança situacional, gerenciamos conflitos, colaboramos e trabalhamos em equipe, construímos alianças e desenvolvemos os outros. Nesta área pode-se observar a capacidade de lidar com pessoas difíceis. Desafiar o status quo, ou seja, a maneira como as coisas são é uma forma de avaliar como você gerencia os outros. Aproveite para refletir sobre algo importante que deseja comunicar e se pergunte: O que é mais importante nesta mensagem para mim? E para os outros? Pense, ainda, se existe uma melhor maneira de dizer o que deseja.
HSM Online – Para você, qual é um bom exemplo de controle emocional ocorrido recentemente?
Carlos Cruz - A crise financeira já ficou no espelho retrovisor, mas foi um bom exemplo de uma situação que exigiu muito controle emocional. Por conta de um movimento de mercado, meses antes da crise a bolsa de valores era tida com um ótimo lugar para aportar investimentos. Por isso, muitas pessoas acabaram comprando papéis por impulso, sem estudar suas ações ou realizarem qualquer tipo de planejamento. Com as quedas vertiginosas das bolsas em todo o mundo, os investidores impulsivos sofreram muito mais do que aqueles que sabiam o que estavam fazendo. Isso nos deixa claro que, por mais assertivas que possam parecer no curto prazo, não podemos tomar atitudes pautadas apenas pelo “calor do momento”.
HSM Online
14/04/2010
domingo, 18 de abril de 2010
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
LFV
Esse Fernando Veríssimo é ótimo nas tiradas... Vale a pena ler.
Minha esposa e eu sempre andamos de mãos dadas. Se eu soltar, ela vai
às compras. Ela tem um liquidificador elétrico, uma torradeira
elétrica, e uma máquina de fazer pão elétrica. Então ela disse: 'Nós
temos muitos aparelhos, mas não temos lugar pra sentar'. Daí, comprei
pra ela uma cadeira elétrica.
Eu me casei com a 'Sra. Certa'. Só não sabia que o primeiro Nome dela
era 'Sempre'. Já faz 18 meses que não falo com minha esposa. É que não
gosto de interrompê-la. Mas tenho que admitir, a nossa última briga
foi culpa minha.
Ela perguntou: 'O que tem na TV?' E eu disse 'Poeira'.
No começo Deus criou o mundo e descansou. Então, Ele criou o homem e
descansou. Depois, criou a mulher. Desde então, nem Deus, nem o homem,
nem o Mundo tiveram mais descanso.
Quando o nosso cortador de grama quebrou, minha mulher ficava sempre
me dando a entender que eu deveria consertá-lo. Mas eu sempre acabava
tendo outra coisa para cuidar antes, o caminhão, o carro, a pesca,
sempre alguma coisa mais importante para mim.
Finalmente ela pensou num jeito esperto de me convencer. Certo dia, ao
chegar em Casa, encontrei-a sentada na grama alta, ocupada em podá-la
com uma tesourinha de costura. Eu olhei em silêncio por um tempo, me
emocionei bastante e depois entrei em Casa. Em alguns minutos eu
voltei com uma escova de dentes e lhe entreguei. '- Quando você
terminar de cortar a grama,' eu disse, 'você pode também varrer a
calçada.' Depois disso não me lembro de mais nada. Os médicos dizem
que eu voltarei a andar, mas mancarei pelo resto da vida'.
'O casamento é uma relação entre duas pessoas na qual uma está sempre
certa e a outra é o marido...'
Luís Fernando Veríssimo
Minha esposa e eu sempre andamos de mãos dadas. Se eu soltar, ela vai
às compras. Ela tem um liquidificador elétrico, uma torradeira
elétrica, e uma máquina de fazer pão elétrica. Então ela disse: 'Nós
temos muitos aparelhos, mas não temos lugar pra sentar'. Daí, comprei
pra ela uma cadeira elétrica.
Eu me casei com a 'Sra. Certa'. Só não sabia que o primeiro Nome dela
era 'Sempre'. Já faz 18 meses que não falo com minha esposa. É que não
gosto de interrompê-la. Mas tenho que admitir, a nossa última briga
foi culpa minha.
Ela perguntou: 'O que tem na TV?' E eu disse 'Poeira'.
No começo Deus criou o mundo e descansou. Então, Ele criou o homem e
descansou. Depois, criou a mulher. Desde então, nem Deus, nem o homem,
nem o Mundo tiveram mais descanso.
Quando o nosso cortador de grama quebrou, minha mulher ficava sempre
me dando a entender que eu deveria consertá-lo. Mas eu sempre acabava
tendo outra coisa para cuidar antes, o caminhão, o carro, a pesca,
sempre alguma coisa mais importante para mim.
Finalmente ela pensou num jeito esperto de me convencer. Certo dia, ao
chegar em Casa, encontrei-a sentada na grama alta, ocupada em podá-la
com uma tesourinha de costura. Eu olhei em silêncio por um tempo, me
emocionei bastante e depois entrei em Casa. Em alguns minutos eu
voltei com uma escova de dentes e lhe entreguei. '- Quando você
terminar de cortar a grama,' eu disse, 'você pode também varrer a
calçada.' Depois disso não me lembro de mais nada. Os médicos dizem
que eu voltarei a andar, mas mancarei pelo resto da vida'.
'O casamento é uma relação entre duas pessoas na qual uma está sempre
certa e a outra é o marido...'
Luís Fernando Veríssimo
domingo, 8 de novembro de 2009
A filha é o espelho da mãe
A americana Deborah Tannen analisa em livro
as implicâncias freqüentes, e de resultados muitas
vezes explosivos, entre as mulheres da casa
Rachel Campello
Lailson dos Santos
Por que o relacionamento entre mãe e filha costuma oscilar, na maioria dos casos, entre o amor e a raiva? Essa pergunta intrigava a pesquisadora americana Deborah Tannen, professora do departamento de lingüística da Universidade Georgetown. Para responder a ela, a primeira coisa que fez foi olhar para sua própria relação com a mãe. Gastou nessa análise cinco anos e saiu deles com um livro: Você Vai Sair Assim? – Como Entender a Relação entre Mães e Filhas, que será lançado no Brasil em junho deste ano pela editora Campus/Elsevier. A pergunta do título original, de tom escancaradamente repreensor, foi ouvida pela autora provavelmente algumas dezenas de vezes. Tannen, que está com 60 anos e cuja mãe morreu em 2004, manteve-se durante quatro anos na lista dos livros mais vendidos do jornal The New York Times com uma obra sobre relacionamentos entre homens e mulheres. Esse livro já foi traduzido para 29 idiomas. De Washington, ela concedeu a seguinte entrevista a VEJA.
Por que a relação entre mãe e filha costuma ser tão complicada e conflituosa?
Mães e filhas são extremamente próximas. Elas se observam e se analisam num nível intenso. Por isso, acabam enxergando falhas e defeitos que ninguém mais detecta. E se dão o direito de mencioná-los.
Como assim?
A mãe quer sempre ver a filha melhorar, seja na aparência, seja nas decisões importantes da vida. A filha, por outro lado, quer ser vista como perfeita. Como as expectativas são distintas, uma acredita que está dando uma demonstração de afeto ao fazer comentários que a outra vê como críticas.
A senhora diz que mulheres gostam de dividir sentimentos e experiências e acabam falando demais. Isso é um problema para o relacionamento?
Sim. Para as mulheres, a conversa funciona como uma cola que mantém as relações unidas. E isso é arriscado. Quanto mais se fala, maior a possibilidade de dizer algo errado. Entre mãe e filha, o risco é ainda mais presente, já que tudo que é dito tem um peso enorme.
A competição é um dos componentes que tornam a relação tão explosiva?
Às vezes, sim. Mães e filhas podem competir para ver quem é a mais atraente, a mais bem-sucedida, a mais bem vestida. A mãe pode sentir inveja de ver a filha ter oportunidades que ela própria não conquistou. Também pode acontecer de a filha sentir que não está obtendo realizações à altura das conquistadas pela mãe. Isso ocorre em muitos aspectos, da forma de se vestir à maneira de educar os filhos.
Quais são os piores erros cometidos por mães e filhas em suas conversas?
As mães oferecem conselhos, sugestões e ajuda que não foram solicitados. E as filhas tratam as mães com insensibilidade e desumanidade, modos que certamente não usam com outras pessoas.
É possível não encarar os comentários das mães como críticas ou palpites fora de hora?
Esse é um grande desafio. Ambas precisam perceber que cuidados e críticas caminham juntos. Aconselho as mães a seguir um mantra: não aconselhe, não critique. E sugiro que as filhas interpretem os comentários de forma mais leve. E, diante de um que pareça desagradável, pergunte o que a outra quis dizer antes de tirar conclusões negativas e precipitadas.
Qual postura adotar quando a mãe opina sobre os netos e o genro?
Nunca responder no nível do comentário. Não deixar a discussão render. É preciso manifestar a insatisfação e dizer que esse comportamento só as distancia. Às mães, aconselho morder a língua e só manifestar opiniões quando solicitadas.
O relacionamento melhora quando a filha tem os próprios filhos?
Não necessariamente. Mas há um ponto positivo, que é a mudança de foco da filha para os netos. Nessa fase, mãe e filha deixam de ser o tema de todas as conversas. A filha admira a experiência da mãe com a maternidade e a mãe se sente útil, envolvida na vida da filha.
Durante a pesquisa para o livro, o que mais a surpreendeu nesse relacionamento?
O número de vezes em que ser parecida com a mãe ou diferente dela entrou na pauta. Ambas tentam se achar na outra incansavelmente.
Qual o papel do pai nessa relação?
A mãe tende a ver a ligação entre seu companheiro e sua filha com ressentimento. Ela se sente excluída, o que é muito doloroso para as mulheres.
Como o pai deve se comportar?
É importante não descartar a preocupação da mãe. Ele nunca deve dizer "deixe para lá", "não sei por que você entra nessas discussões com ela" ou "esqueça, isso não é nada". É fundamental que ele expresse simpatia, compreensão e preocupação. Outra sugestão é não se posicionar na defesa de uma delas.
Por que a senhora nunca teve filhos?
Eu poderia dizer que as circunstâncias da vida não permitiram. Mas a verdade é que nunca realmente quis. Quem consegue entender os desejos humanos?
as implicâncias freqüentes, e de resultados muitas
vezes explosivos, entre as mulheres da casa
Rachel Campello
Lailson dos Santos
Por que o relacionamento entre mãe e filha costuma oscilar, na maioria dos casos, entre o amor e a raiva? Essa pergunta intrigava a pesquisadora americana Deborah Tannen, professora do departamento de lingüística da Universidade Georgetown. Para responder a ela, a primeira coisa que fez foi olhar para sua própria relação com a mãe. Gastou nessa análise cinco anos e saiu deles com um livro: Você Vai Sair Assim? – Como Entender a Relação entre Mães e Filhas, que será lançado no Brasil em junho deste ano pela editora Campus/Elsevier. A pergunta do título original, de tom escancaradamente repreensor, foi ouvida pela autora provavelmente algumas dezenas de vezes. Tannen, que está com 60 anos e cuja mãe morreu em 2004, manteve-se durante quatro anos na lista dos livros mais vendidos do jornal The New York Times com uma obra sobre relacionamentos entre homens e mulheres. Esse livro já foi traduzido para 29 idiomas. De Washington, ela concedeu a seguinte entrevista a VEJA.
Por que a relação entre mãe e filha costuma ser tão complicada e conflituosa?
Mães e filhas são extremamente próximas. Elas se observam e se analisam num nível intenso. Por isso, acabam enxergando falhas e defeitos que ninguém mais detecta. E se dão o direito de mencioná-los.
Como assim?
A mãe quer sempre ver a filha melhorar, seja na aparência, seja nas decisões importantes da vida. A filha, por outro lado, quer ser vista como perfeita. Como as expectativas são distintas, uma acredita que está dando uma demonstração de afeto ao fazer comentários que a outra vê como críticas.
A senhora diz que mulheres gostam de dividir sentimentos e experiências e acabam falando demais. Isso é um problema para o relacionamento?
Sim. Para as mulheres, a conversa funciona como uma cola que mantém as relações unidas. E isso é arriscado. Quanto mais se fala, maior a possibilidade de dizer algo errado. Entre mãe e filha, o risco é ainda mais presente, já que tudo que é dito tem um peso enorme.
A competição é um dos componentes que tornam a relação tão explosiva?
Às vezes, sim. Mães e filhas podem competir para ver quem é a mais atraente, a mais bem-sucedida, a mais bem vestida. A mãe pode sentir inveja de ver a filha ter oportunidades que ela própria não conquistou. Também pode acontecer de a filha sentir que não está obtendo realizações à altura das conquistadas pela mãe. Isso ocorre em muitos aspectos, da forma de se vestir à maneira de educar os filhos.
Quais são os piores erros cometidos por mães e filhas em suas conversas?
As mães oferecem conselhos, sugestões e ajuda que não foram solicitados. E as filhas tratam as mães com insensibilidade e desumanidade, modos que certamente não usam com outras pessoas.
É possível não encarar os comentários das mães como críticas ou palpites fora de hora?
Esse é um grande desafio. Ambas precisam perceber que cuidados e críticas caminham juntos. Aconselho as mães a seguir um mantra: não aconselhe, não critique. E sugiro que as filhas interpretem os comentários de forma mais leve. E, diante de um que pareça desagradável, pergunte o que a outra quis dizer antes de tirar conclusões negativas e precipitadas.
Qual postura adotar quando a mãe opina sobre os netos e o genro?
Nunca responder no nível do comentário. Não deixar a discussão render. É preciso manifestar a insatisfação e dizer que esse comportamento só as distancia. Às mães, aconselho morder a língua e só manifestar opiniões quando solicitadas.
O relacionamento melhora quando a filha tem os próprios filhos?
Não necessariamente. Mas há um ponto positivo, que é a mudança de foco da filha para os netos. Nessa fase, mãe e filha deixam de ser o tema de todas as conversas. A filha admira a experiência da mãe com a maternidade e a mãe se sente útil, envolvida na vida da filha.
Durante a pesquisa para o livro, o que mais a surpreendeu nesse relacionamento?
O número de vezes em que ser parecida com a mãe ou diferente dela entrou na pauta. Ambas tentam se achar na outra incansavelmente.
Qual o papel do pai nessa relação?
A mãe tende a ver a ligação entre seu companheiro e sua filha com ressentimento. Ela se sente excluída, o que é muito doloroso para as mulheres.
Como o pai deve se comportar?
É importante não descartar a preocupação da mãe. Ele nunca deve dizer "deixe para lá", "não sei por que você entra nessas discussões com ela" ou "esqueça, isso não é nada". É fundamental que ele expresse simpatia, compreensão e preocupação. Outra sugestão é não se posicionar na defesa de uma delas.
Por que a senhora nunca teve filhos?
Eu poderia dizer que as circunstâncias da vida não permitiram. Mas a verdade é que nunca realmente quis. Quem consegue entender os desejos humanos?
terça-feira, 3 de novembro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Multa, será que é verdade?
MULTA DE TRANSITO - Advertência antes é lei, sabia??? BOM SABER...
E ELES NEM DIVULGAM!!!
SÓ PRA PODER GANHAR DINHEIRO A MAIS!!!!!!
No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa.
É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB. Levar Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa. Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.
"Art. 267. Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa." Código de
Trânsito Brasileiro"
E ELES NEM DIVULGAM!!!
SÓ PRA PODER GANHAR DINHEIRO A MAIS!!!!!!
No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa.
É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB. Levar Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa. Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.
"Art. 267. Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa." Código de
Trânsito Brasileiro"
Tecnologia x experiência
Um pastor de ovelhas estava cuidando de seu rebanho, quando surgiu pelo inóspito caminho uma Pajero 4x4 toda equipada.
Parou na frente do velhinho e desceu um cara de não mais que 30 anos, terno preto, camisa branca Hugo Boss, gravata italiana, sapatos moderníssimos bicolores, que disse: -
Senhor, se eu
adivinhar quantas ovelhas o senhor tem, o senhor me dá uma?
Sim, respondeu o velhinho meio desconfiado.
Então o cara volta pra Pajero, pega um notebook, se conecta, via celular, à internet, baixa uma base de dados, entra no site da
NASA, identifica a área do rebanho por satélite,
calcula a
média histórica do tamanho de uma ovelha daquela raça, baixa
uma tabela do Excel com execução de macros personalizadas, e
depois de três horas, diz ao velho:
- O senhor tem 1..324 ovelhas, e quatro podem estar grávidas.
O velhinho admitiu que sim, estava certo, e como havia prometido,
poderia levar a ovelha.
O cara pegou o bicho e carregou na sua Pajero.
Quando estava saindo, o velho perguntou:
- Desculpe, mas se eu adivinhar sua profissão, o senhor me devolve a ovelha?
Duvidando que acertasse, o cara concorda.
- O senhor é advogado ?!?! diz o velhinho...
- Incrível! Como adivinhou?
- Quatro razões:
- Primeiro, pela frescura;
- Segundo, veio sem que eu o chamasse;
- Terceiro, me cobrou para dizer algo que já sei.
- E quarto, nota-se que não entende merda nenhuma do que esta
falando:
devolve já o meu cachorro!!!
(Recebi da Maiara por email!)
Parou na frente do velhinho e desceu um cara de não mais que 30 anos, terno preto, camisa branca Hugo Boss, gravata italiana, sapatos moderníssimos bicolores, que disse: -
Senhor, se eu
adivinhar quantas ovelhas o senhor tem, o senhor me dá uma?
Sim, respondeu o velhinho meio desconfiado.
Então o cara volta pra Pajero, pega um notebook, se conecta, via celular, à internet, baixa uma base de dados, entra no site da
NASA, identifica a área do rebanho por satélite,
calcula a
média histórica do tamanho de uma ovelha daquela raça, baixa
uma tabela do Excel com execução de macros personalizadas, e
depois de três horas, diz ao velho:
- O senhor tem 1..324 ovelhas, e quatro podem estar grávidas.
O velhinho admitiu que sim, estava certo, e como havia prometido,
poderia levar a ovelha.
O cara pegou o bicho e carregou na sua Pajero.
Quando estava saindo, o velho perguntou:
- Desculpe, mas se eu adivinhar sua profissão, o senhor me devolve a ovelha?
Duvidando que acertasse, o cara concorda.
- O senhor é advogado ?!?! diz o velhinho...
- Incrível! Como adivinhou?
- Quatro razões:
- Primeiro, pela frescura;
- Segundo, veio sem que eu o chamasse;
- Terceiro, me cobrou para dizer algo que já sei.
- E quarto, nota-se que não entende merda nenhuma do que esta
falando:
devolve já o meu cachorro!!!
(Recebi da Maiara por email!)
6 verdades
6 verdades da vida
1ª Verdade:
Ninguém consegue tocar em todos os dentes da boca com a língua.
2ª Verdade:
Todo idiota, depois de ler a 1ª verdade, tenta tocar com a língua em todos os
dentes que tem na boca...
3ª verdade:
Descobre que a 1ª verdade é mentira.
4ª Verdade:
Começa a sorrir, porque concorda que é idiota.
5ª Verdade:
Tá pensando em pra quem vai enviar essas verdades.
6ª Verdade:
E continua com o sorriso de idiota na cara.
Não reclama.
Eu também caí nessa!
kkk...
1ª Verdade:
Ninguém consegue tocar em todos os dentes da boca com a língua.
2ª Verdade:
Todo idiota, depois de ler a 1ª verdade, tenta tocar com a língua em todos os
dentes que tem na boca...
3ª verdade:
Descobre que a 1ª verdade é mentira.
4ª Verdade:
Começa a sorrir, porque concorda que é idiota.
5ª Verdade:
Tá pensando em pra quem vai enviar essas verdades.
6ª Verdade:
E continua com o sorriso de idiota na cara.
Não reclama.
Eu também caí nessa!
kkk...
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