terça-feira, 4 de novembro de 2008
Charles Chaplin (?)
O primeiro não sei se conhecem:
"A vida me ensinou...
A dizer adeus às pessoas que amo,
Sem tira-las do meu coração;
Sorrir às pessoas que não gostam de mim,
Para mostra-las que sou diferente do que elas pensam;
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade,
Para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;
Calar-me para ouvir;
Aprender com meus erros .
Afinal eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças;
Sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo,
A ser forte quando os que amo estão com problemas;
Ser carinhosa com todos que precisam do meu carinho;
Ouvir a todos que só precisam desabafar;
Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos;
Perdoar incondicionalmente,
Pois já precisei desse perdão;
Amar incondicionalmente,
Pois também preciso desse amor;
A alegrar a quem precisa;
A pedir perdão;
A sonhar acordado;
A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário);
A aproveitar cada instante de felicidade;
A chorar de saudade sem vergonha de demonstrar;
Me ensinou a ter olhos para "ver e ouvir estrelas", embora nem sempre consiga entendê-las;
A ver o encanto do pôr-do-sol;
A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser;
A abrir minhas janelas para o amor;
A não temer o futuro;
Me ensinou e esta me ensinando a aproveitar o presente, como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesma tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher."
O segundo todos conhecem, lá vai:
"Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
"quebrei a cara muitas vezes"!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).
Mas vivi, e ainda vivo!
Não passo pela vida…
E você também não deveria passar!
Viva!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" pra ser insignificante.
Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
"quebrei a cara muitas vezes"!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).
Mas vivi, e ainda vivo!
Não passo pela vida…
E você também não deveria passar!
Viva!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" pra ser insignificante."
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
sábado, 1 de novembro de 2008
Chapeuzinho Vermelho na imprensa - Diferentes maneiras de contar a mesma estória
JORNAL NACIONAL
(William Bonner): 'Boa noite. Uma menina chegou a ser devorada por um lobo na noite de ontem...'.
(Fátima Bernardes): '... mas a atuação de um caçador evitou uma tragédia'.
PROGRAMA DA HEBE
'... que gracinha, gente. Vocês não vão acreditar, mas essa menina linda aqui foi retirada viva da barriga de um lobo, não é mesmo?'
CIDADE ALERTA
(Datena): '... onde é que a gente vai parar, cadê as autoridades? Cadê as autoridades? ! A menina ia para a casa da avozinha a pé! Não tem transporte público! Não tem transporte público! E foi devorada viva... Um lobo, um
lobo safado. Põe na tela!! Porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo, não tenho medo de lobo, não.'
REVISTA VEJA
Lula sabia das intenções do lobo.
REVISTA CLÁUDIA
Como chegar à casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho.
REVISTA NOVA
Dez maneiras de levar um lobo à loucura na cama.
FOLHA DE S. PAULO
Legenda da foto: 'Chapeuzinho, à direita, aperta a mão de seu salvador '. Na matéria, box com um zoólogo explicando os hábitos alimentares dos lobos e um imenso infográfico mostrando como Chapeuzinho foi devorada e depois salva pelo lenhador.
O ESTADO DE S. PAULO
Lobo que devorou Chapeuzinho seria filiado ao PT.
O GLOBO
Petrobrás apóia ONG do lenhador ligado ao PT que matou um lobo pra salvar menor de idade carente.
ZERO HORA
Avó de Chapeuzinho nasceu no RS.
AQUI
Sangue e tragédia na casa da vovó.
REVISTA CARAS
(Ensaio fotográfico com Chapeuzinho na semana seguinte). Na banheira de hidromassagem, Chapeuzinho fala a CARAS: 'Até ser devorada, eu não dava valor para muitas coisas da vida. Hoje sou outra pessoa.'
PLAYBOY
(Ensaio fotográfico no mês seguinte) Veja o que só o lobo viu.
REVISTA ISTO É
Gravações revelam que lobo foi assessor de político influente.
G MAGAZINE
(Ensaio fotográfico com lenhador). Lenhador mostra o machado.
SUPER INTERESSANTE
Lobo mau! Mito ou verdade?
DISCOVERY CHANNEL
Vamos determinar se é possível uma pessoa ser engolida viva e sobreviver.
domingo, 11 de maio de 2008
sexta-feira, 9 de maio de 2008
10 Fatos extraordinários sobre os sonhos
10. Os cegos também sonham
Pessoas que ficam cegas depois do nascimento podem ver imagens durante os sonhos. As pessoas que nascem cegas não enxergam nada, mas possuem sonhos igualmente vívidos envolvendo seus outros sentidos: audição, olfato, tato e suas emoções. É difícil para pessoas que enxergam imaginar, mas o a necessidade dos sonhos para o corpo é tão forte que os cegos podem virtualmente manipular todas as situações com as quais sonham.
9. Você esquece 90% dos seus sonhos
Depois de cinco minutos acordados a metade do sonho já foi esquecido. Em 10m, 90% já se foi. O famoso poeta Samuel Taylor Coleridge acordou uma manhã depois de ter um fantástico sonho (possivelmente induzido pelo ópio) e começou a descrever seu “visão em um sonho”, que é um dos poemas ingleses mais famosos: Kubla Khan. Depois de haver escrito 54 linhas ele foi interrompido por um visitante indesejado. Samuel retornou ao seu poema, mas não pode lembrar o resto de seu sonho. O poema nunca foi concluído. Curiosamente o autor Robert Stecenson inventou a história do Doutor Jeckyll e Sr. Hyde enquanto estava dormindo. Frankenstein, de Mary Shelley, também foi filho de um sonho da autora.
8. Todo mundo sonha
Com exceção de algumas pessoas com distúrbios psicológicos extremos todo o restante de nós sonha. Homens tendem a sonhar mais com outros homens, enquanto a mulher tende a sonhar igualmente com pessoas de ambos sexos. Ambos experimentam reações físicas aos seus sonhos não importando se ele tenha ou não natureza sexual; homens têm ereções e nas mulheres aumenta o fluxo sanguíneo vaginal.
7. Os sonhos previnem psicose
Em um estudo recente sobre o sono, estudantes que foram acordados no início de cada sonho, mas mesmo assim puderam dormir suas oito horas de sono. Todos experimentaram dificuldades de concentração, irritabilidade, alucinações e sinais de psicose depois de apenas três dias. Quando eles finalmente foram autorizados a dormir durante o sono REM (Rapid Eyes Movement em inglês ou movimento rápido dos olhos; é o sinal fisiológico de que começamos a sonhar durante o sono), seus cérebros compensaram o tempo perdido aumentando muito o percentual de sono realizado no estagio REM.
6. Nós sonhamos apenas sobre o que conhecemos
Nossos sonhos são frequentemente cheios de pessoas estranhas que desenpenham certos papéis. Você sabia que a sua mente não está inventando estas faces? Elas são rostos reais de pessoas que você viu durante a sua vida, mas pode não se recordar. O algoz de seu último pesadelo pode ter sido o caixa da padaria em que o seu pai comprava pão quando você era criança. Como todos vemos centenas de milhares de rostos por dia é possível que tenhamos um suprimento infindável de personagens que nossa mente por utilizar durante os sonhos.
5. Nem todos sonham em cores
Existem pessoas com visão normal (12%) que sonham exclusivamente em preto e branco. O restante sonha em cores. Há também temas comuns para os sonhos, que são situações relacionadas à escola, ser perseguido, tentar correr e mesmo assim se mover vagarosamente, experiência sexuais, cair, atrasar-se, uma pessoa viva atualmente estar morta, dentes caindo, voar, reprovar em um exame ou acidente de carro. É desconhecido se o impacto de um sonho relacionado a violência ou morte é mais emocionalmente carregado para a pessoa que sonha em cores ou para as que sonham em preto e branco.
4. Os sonhos não são sobre o assunto que parecem tratar
Se você sonha sobre algum assunto em particular não é comum que o sonho seja realmente sobre isso. Os sonhos nos falam em uma linguagem profundamente simbólica. A mente consciente tenta comparar seu sonho a outra situação ou coisa similar. É como uma analogia em uma poesia que diz que as formigas são como máquinas que nunca param. Em um sonho você nunca compara algo com esse mesmo algo, assim como na poesia, por exemplo: “Aquele belo pôr-do-sol era como um belo pôr-do-sol”. Portanto seja qual for o símbolo que o seu sonho escolha é muito improvável que o propósito do sonho seja o símbolo em si.3. Quem pára de fumar tem sonhos mais vívidos
Os tabagistas que fumaram por muito tempo e pararam reportaram mais sonhos vívidos do que eles normalmente teriam. Em adição, de acordo com a revista científica Journal of Abnormal Psychology “entre 293 fumantes que se abstiveram entre uma e quatro semanas, 33% disseram que tiveram ao menos um sonho sobre fumar. Na maioria dos sonhos as pessoas se flagravam fumando e sentiam fortes emoções negativas como pânico e culpa. Sonhos sobre fumar foram o resultado do fato da desistência ao cigarro, pois 97% dos voluntários não os tinham enquanto fumavam e sua ocorrência foi relacionada significativamente ao período de abstinência. Eles foram relatados como mais vívidos do que os sonhos normais e são tão comuns como os grandes sintomas de abstinência ao tabaco”.
2. Estímulos externos invadem nossos sonhos
Isso é chamado de Incorporação ao Sonho e é a experiência em que a maioria de nós tem um som do mundo real ouvido em nosso sonho e incorporada de alguma maneira. Um exemplo similar ocorre quando você sente sede ou vontade de urinar no mundo real enquanto dorme e isto é transportado para o sonho. A maioria das crianças, já grandes, urinam na cama por causa de incorporação: estão com a bexiga cheia, sonham que estão apertados e urinam no sonho ao mesmo tempo em que molham a cama. Pessoas com sede durante o sono relataram tomar copos de água dentro do sonho para, minutos depois, ficar com sede e tomar outro copo. O ciclo se repete até o momento que este que a pessoa acorda.
A famosa pintura acima de Salvador Dali explica exatamente este conceito. O seu nome é “Sonho Causado Pelo Vôo de uma Abelha ao Redor de Uma Romã um Segundo Antes de Acordar”.
1. Você está paralisado durante o sonho
Acredite ou não o seu corpo está virtualmente paralisado durante o sono. Isso ocorre possivelmente para preveni-lo de atuar aspectos dos seus sonhos. Durante o sono há glândulas que secretam um hormônio que ajuda a induzir o sono e os neurônios enviam sinais à coluna vertebral que causam o relaxamento do corpo e em seguida a pessoa fica essencialmente paralisada.
Bônus: Fatos extras
- Você não sonha enquanto ronca.
- As crianças não sonham sobre si mesmas até aproximadamente os três anos. À partir desta idade as crianças tem muito mais pesadelos do que os adultos até completar 7 ou 8 anos.
- Se você for acordado durante o sono REM você tem mais chances de lembrar seu sonho mais vividamente do que quando você acorda pela manhã.
- Não existe evidência científica que confirme o mito de que acordar um sonâmbulo possa matá-lo.
- Há pessoas que sofrem de sonhos recorrentes. É um sonho que surge repetidamente durante longos períodos de tempo, até anos. Geralmente possui aspectos de pesadelo e pode ser causado por estresse pós-traumático.
- [Desse site]
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Trainee: Quando a arrogância supera o potencial
Uma das queixas que tenho ouvido com freqüência e chamou minha atenção principalmente, num Fórum de RH no qual fui mediadora, diz respeito às atitudes dos jovens Trainees. Não foram destaque, nessa ocasião, as competências técnicas, mas ao contrário, a arrogância e prepotência de muitos deles, diga-se de passagem, muito bem graduados e saídos de escolas de primeira linha.
Esses jovens são tratados e levados a crer que fazem parte de uma elite melhor que o restante da humanidade, que serão os futuros líderes de grandes companhias e, assim tratados, sua conduta é complementar, mas muitas vezes a arrogância supera o talento e seu potencial. Sempre recorro ao dicionário para não cometer injustiças, por esta razão apresento a seguir a definição do Houaiss para arrogância: “qualidade ou caráter de quem, por suposta superioridade moral, social, intelectual ou de comportamento, assume atitude prepotente ou de desprezo com relação aos outros; orgulho ostensivo, altivez”.
Bem, quase nem precisaria continuar esse artigo com tamanha clareza de definição, mas o que me intriga é justamente a reclamação por parte dos líderes organizacionais e dos profissionais de RH que legitimam a situação e depois reclamam das conseqüências. Desde o início dos processos seletivos e a cada etapa eliminatória, são levados a crer que são feitos de matéria diferente dos seus oponentes desclassificados.
Em algumas faculdades, “formadoras de líderes”, esses jovens são levados a desenvolver técnicas, a conhecer fórmulas, realizar análises sobre retorno de investimentos, cenários, macroeconomia, tecnologias de informação, programas e sistemas de gestão e outros que tais, mas poucos são incentivados a desenvolver suas competências comportamentais, que o fazem precariamente nos botecos ao redor das faculdades.
Poucos são os que conseguem se dar conta do universo em que estão inseridos − Brasil − com suas monstruosas diferenças sócio-economicas-culturais e pensam que uma multinacional americana, por exemplo, vista como a preferência de 9 entre 10 estudantes universitários é a versão empresarial da Disney.
Depois de arduamente selecionados, sim, pois os processos são verdadeiras maratonas que levam meses, esses jovens recebem tratamento diferenciado, são recebidos com cerimônias e logo começam a gerar problemas de relacionamentos em 360 graus com as lideranças, pares, equipes, pois não entendem, até pela falta de maturidade, de experiência de vida, que o mundo não termina no seu umbigo; que as pessoas não existem apenas para servi-los e que o mundo é muito maior do que a escola que freqüentaram e que o mundinho asséptico e higiênico em que foram criados.
Demanda tempo capacitar as pessoas em relação ao respeito às diferenças a mesma capacidade que leva grandes times à conquista de belos resultados. Mas esses jovens têm alguma dificuldade para lidar com essas diferenças e para perceber que a situação está mais para uma torre de babel do que para o tal alinhamento de idéias e valores tão amplamente divulgado. As pessoas são diferentes, falam diferente, tem valores diferentes e que não basta apenas a aplicação de fórmulas e conceitos, nem análise do ROI, senão que o maior investimento deve ser em conhecer as pessoas com quem se trabalha, ser e demonstrar-se humilde, estar aberto ao aprendizado, pois foi para isso que foram selecionados.
Devem estar dispostos a conhecer o universo alheio, pois a formação acadêmica por si não contempla muitas vezes, ainda, outros saberes e tão pouco supera as experiências que só virão com os erros que certamente acontecerão. Até a frustração com as expectativas serve como aprendizado e para que a pseudo-superioridade caia por terra. É preciso ensinar aos jovens que errar faz parte do jogo, que não se ganha todas, mas que muitas vezes se aprende muito mais perdendo do que vencendo.
Fica um alerta aos profissionais que se envolvem com o processo de formação desses jovens trainees e incluo nessa lista os professores de graduação, os profissionais de RH e até os pais, no seu importantíssimo papel de PAIS e orientadores de valores e atitudes que devem ser. Muitos pais, a exemplo dos noticiários escandalosos de jornais, legitimam e inflam o ego dos seus filhos planejando um futuro brilhante para sua prole e esquecem de olhar o presente, esquecem de ver o que acontece hoje na barra das suas calças e saias.
Se quisermos um futuro com líderes mais conscientes, com maior capacidade para lidar com as diferenças, não por ser mais um modismo, mas simplesmente porque o mundo em que vivemos é constituído pelas diferenças e que sabendo lidar com elas se vive melhor, é preciso educar e orientar para assim, quem sabe, nos livrarmos dos ditadores que pregam uma falsa igualdade visando apenas interesses próprios.
Desta maneira, acredito que o produto final de alguns bem intencionados Programas de Trainees, possa ser a formação de líderes responsáveis que desenvolvam seu potencial para agir positivamente na sociedade e que inspirem seus colaboradores a demonstrar o melhor que o ser humano tem a oferecer.
Psicóloga, mestre em psicologia e consultora de carreira para alunos do curso de MBA da ESPM.
Da HSM online.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Mulheres imprimem estilo próprio à liderança
Os homens na liderança resolvem os desafios de maneira simples, ou seja, sempre com duas alternativas. Esta foi uma das afirmações de
George Andrew Brough, diretor de desenvolvimento organizacional da Caliper, durante o segundo dia de palestras na ExpoManagement 2007, da HSM.
Ele exemplificou sua opinião citando o modo como se faz a barba. “Antes, tínhamos duas opções: fazer ou não fazer a barba, com a lâmina da Gillette. Depois a Schick revolucionou o mercado com o lançamento do aparelho com duas lâminas. E os executivos da antiga líder resolveram o problema lançando o aparelho com três lâminas, que foi suplantado por outro com quatro e assim por diante. Este é o modo de liderar e resolver os problemas dos homens”, disse.
Já Greenberg, presidente da Caliper e autor do livro O sucesso tem fórmula?, afirmou que as mulheres estão criando um novo paradigma na liderança das empresas. Isso porque são mais persuasivas e têm um estilo diferenciado de resolver os problemas e tomar decisões.
Assertividade – Para Greenberg, as mulheres são mais persuasivas que os homens porque elas aprendem a ouvir antes de falar. Por causa de sua comunicabilidade, empatia e sociabilidade, elas conseguem obter um sim com mais facilidade. Por outro lado, sentem mais a rejeição, por terem auto-estima mais baixa, mas assumem riscos para provarem que podem conseguir o que querem. “A liderança é resultado de saber lidar positivamente com a rejeição”, comentou.
Outra característica louvável das mulheres, segundo o executivo, é a capacidade de ouvir opiniões até conseguir saber o que deve fazer. Isso é muito diferente dos homens, que costumam consultar apenas duas ou três pessoas sobre uma decisão. É algo comparável ao estar perdido no trânsito. Se for um homem passará três horas perdido, mas não pedirá uma informação. Se for uma mulher parará no primeiro posto, perguntará ao frentista e chegará mais rápido. “A mulher procura conversar com o máximo de pessoas possível para respaldar suas decisões”, afirmou.
Além disso, Greenberg destacou que as mulheres têm mais probabilidade de ignorar regras e assumir riscos, tornando-se líderes mais empreendedoras, com mais sentido de urgência.
Painel – No painel com executivas brasileiras, participaram Grace Chung, Franchise director da Ethicon, Johnson & Johnson; Helena Barbosa Machado Ribeiro, presidente do Grupo Empreza Educação e Serviços; Érika Custódio Rolim, vice-presidente de marketing e novos negócios da SAS; Rosalina Cardoso Vilela, presidente da Erlan Indústria de Alimentos; e Leda Machado, diretora de RH da América Latina da Emerson Network Power.
Entre as conclusões apresentadas como fatores necessários para a liderança estão: saber montar uma equipe diversificada, com habilidades que se complementem; ter a capacidade de ouvir muito; contar com ousadia e persuasão; e saber correr riscos. Além disso, é necessário ter estilo próprio e ser maleável para fazer frente às diversas demandas da posição.
Da HSM online
Retrospectiva 2007: estratégias publicitárias que movimentaram o mercado em 2007
De acordo com IAB (Interactive Advertising Bureau) o mercado brasileiro de publicidade online deve movimentar 470 milhões de reais até o final do ano, o que representará um aumento de 30% sobre os gastos com propaganda na web em 2006. A publicidade online tem despertado o interesse dos empresários brasileiros, inclusive pelo fato de que a cada ano cresce o número de internautas no país. Segundo previsão do IAB, o Brasil deve encerrar 2007 com aproximadamente 37 milhões de internautas.
A aposta neste mercado é tão intensa que segundo os prognósticos da consultoria inglesa ZenithOptimedia, em 2008 a internet deve ultrapassar o rádio na divisão do "bolo" da verba publicitária global. Para 2010, a empresa espera que a rede receba mais investimentos publicitários que o mercado de revistas, ficando atrás apenas das publicidades realizadas na televisão e nos jornais. O primeiro passo para a divulgação na internet é estabelecer uma eficiente estratégia de marketing. Hoje estão em evidência na web cerca de cinco ferramentas de publicidade: a otimização de sites, links patrocinados, cadastros em buscadores, campanhas de banners e e-mail marketing.
Para definir e estratégias, as empresas necessitam visualizar quais são os meios potenciais, ou seja, os canais que são acessados e que atingem em maior proporção seu público-alvo, a partir deste diagnóstico investir", afirma o especialista em tecnologia para ambiente web e diretor da Super Gestão, Hugo Calixto.
As ferramentas mais utilizadas pelas empresas ainda tem sido os links patrocinados (resultados de busca que aparecem com destaque nos buscadores, geralmente em cima ou ao lado direito, chamados de resultados patrocinados ou pagos) e os banners (elemento mais usado para fazer publicidade na internet), porém o retorno de uma campanha de banners está diretamente ligado ao conteúdo dos sites onde serão expostos.
"O banner tem que ser suficientemente estimulante para "seduzir" o potencial cliente. O alerta é para que as empresas brasileiras comecem a olhar para estas ferramentas como um conjunto, uma apoia a outra, claro que sempre direcionando mais investimentos para a que atinge o público desejado em maior escala", acrescenta Calixto.
A otimização do site é uma das ferramentas que vem crescendo no mercado brasileiro. "Antes as empresas se preocupavam apenas com o visual do sites, hoje elas estão percebendo que o conteúdo precisa ser pensado e elaborado estrategicamente para que sejam mais facilmente encontradas nas pesquisas em sites de buscas por palavras-chave que fazem mais sentido para o seu negócio", finaliza o especialista.
Fonte: site IAB
19/12/2007
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Mulheres precisam ser as melhores
Elas ganham espaço no trabalho, mas precisam se esforçar mais do que os homens para ocupar cargos altos, diz estudo da UnB
| Fotomontaqem - Virginia Soares/UnB Agência |
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A mulher não precisa ser tão boa quanto o homem para dirigir uma grande empresa. Ela precisa ser melhor. É o que confirma a dissertação de mestrado Diversidade no Trabalho: os desafios em ser mulher em uma organização financeira, defendida pela administradora Gardene Souza de Aguiar na pós-graduação do Departamento de Administração da Universidade de Brasília (UnB).
Gardene entrevistou um grupo de mulheres de um banco público de Brasília, e percebeu que algumas delas se sentem discriminadas dentro de um ambiente financeiro, local ainda de domínio masculino. O estudo, orientado pelo professor Marcus Vinícius Soares Siqueira, foi defendido em junho de 2007.
NA DIREÇÃO - Mesmo com tanta dificuldade, a situação das mulheres nessas instituições está melhorando. É o que dizem as próprias funcionárias. O percentual delas em cargos executivos ainda é pequeno, mas vem crescendo. “As mudanças acontecem de maneira muito lenta. Atualmente, três das 31 diretorias do banco são ocupadas por mulheres. Dez anos atrás não havia nenhuma”, destaca a pesquisadora.
Participaram do estudo 20 funcionárias. Todas têm mais de 14 anos de casa – com exceção de uma, que trabalha na empresa há apenas cinco anos. De acordo com a administradora, o longo tempo de serviço legitima as opiniões dessas mulheres sobre a organização. “Elas já puderam viver e ver muitas coisas ali dentro”, comenta. As participantes compunham dois grupos: o das analistas e o das gerentes.
Todas as entrevistadas concordam que precisam provar que são melhores do que os homens. “Nós verificamos que, para uma mulher ter sucesso em uma organização financeira, ela precisa mostrar dia a dia que é muito competente, mais que seus colegas homens. Estar no mesmo nível que eles simplesmente não basta”, considera Gardene. Por isso, elas acham que seu comprometimento com a organização é maior do que o dos homens.
OPINIÕES DIVERGENTES - E a pesquisa mostrou que as analistas e as gerentes têm percepções diferentes quanto às discriminações ocorridas no local de trabalho. “Várias analistas presenciaram ou sofreram discriminação na organização”, afirma a pesquisadora. Muitas relataram que isso acontece de maneira velada, em situações que envolvem comentários maldosos ou insinuações que diminuem o valor da mulher. A percepção das gerentes é um pouco diferente. “Algumas nem sequer chegaram a presenciar essas situações e não se sentem vítimas de preconceito”, afirma.
A administradora acredita que as gerentes podem, de fato, nunca ter presenciado ou sofrido qualquer tipo de discriminação, mas desconfia que, por ocuparem um cargo de gerência, elas tenham confundido, durante as entrevistas, seu papel como mulher e como porta-voz da empresa. “Todas as entrevistas foram feitas no próprio banco. Isso pode ter influenciado as respostas”, justifica.
Mesmo sabendo que têm menos chance de promoção que seus colegas do sexo masculino, o comprometimento delas com o trabalho é grande. Talvez por isso elas se envolvam tanto. E a dedicação que a própria vida exige da mulher – o cuidado com a casa e com a família – se repete na vida profissional.
Sobre o fato de trabalharem em um banco, elas afirmam que é um desafio. Em certos tipos de instituições, como hospitais ou escolas, as mulheres não sentem um preconceito tão grande. Mas em uma organização financeira, historicamente dominada por homens, a situação é diferente. Os bancos requerem dos funcionários um perfil mais técnico, mais agressivo. “Eles precisam impor suas opiniões em mesas de negociação, é um comportamento que costumamos atribuir ao homem”, conclui.
(Do site da UnB)
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Reserva de pandas na China exibe gêmeos de 100 dias

Imagem desta sexta-feira (23) mostra de perto o rosto dos pandas, iguais até na posição de dormir. (Foto: Reuters)







